BLOG DE CARLOS CAVALCANTI: ORIGENS DAS FAMÍLIAS

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domingo, 6 de outubro de 2013

A ORIGEM DA FAMÍLIA CAVALCANTI



Brasão da Família Cavalcanti O sobrenome Cavalcanti e sua comum variação Cavalcante vêm da palavra italiana cavalcati, que significa montado de montado a cavalo, em um sentido mais amplo cavalgador (cavalcato), dessa forma o nome está relacionado a uma atividade ou profissão, como cavalgar ou cavaleiro. Acredita-se que o sobrenome foi adotado por uma família de nobres comerciantes muito ricos da província de Florença, oriundos da comuna de Fiesole, donos dos castelos de Stinche, de Montecalvi e o castelo de Ostino e Luco. Os Cavalcantes ocuparam um lugar importante na política e na economia de Florença, sendo atuantes na luta dos “guelfos” contra “gibelinos” no século XIII, apoiando os “guelfos”, que eram partidários do Papado, enquanto os gibelinos apoiavam o império. As cidades guelfas e gibelinas fizeram alianças e na segunda metade do século XIII, Florença enfrentou uma aliança gibelina, nesse período houve um grande êxodo da família Cavalcanti, mas os guelfos conseguiram se reapoderar de Florença e muitos retornaram, os guelfos que agora dominavam a cidade se dividiram em dois partidos, os guelfos brancos e os guelfos negros, estes guardavam modestamente idéias dos gibelinos, a família Cavalcanti se aliou ao partido dos “brancos”, em 1300 os partidos branco e negro entraram em conflito, os negros apoiados pelo Papa Bonifácio VIII massacram os brancos, nesse período a família Cavalcanti é perseguida e suas posses destruídas, novamente muitos abandonam Florença e alguns dos que ficaram passam a usar outras alcunhas para esconder seu parentesco com a família Cavalcanti. Quando os Médici começaram a ter influência sobre Florença a família Cavalcanti aproveitou a ocasião para recuperar seu poder. As convicções políticas da família Cavalcante fizeram com que ela se espalhasse pela Itália, chegasse a Portugal e ser uma das primeiras famílias italianas a se fixar no Brasil, gerando até linhagens nobres no Império Brasileiro, como a dos Cavalcanti e Albuquerque do estado de Pernambuco, nela está o visconde de Camarajibe, Pedro Francisco de Paula Cavalcanti e Albuquerque; o barão de Muribeca, Manuel Francisco de Paula Cavalcanti ; o visconde de Albuquerque, Antônio Francisco de Paula de Holanda Cavalcanti de Albuquerque; e o visconde com grandeza de Suaçuna, Francisco de Paula Cavalcanti de Albuquerque.

fonte- http://brasaodefamilia.blogspot.com.br/2011/03/brasao-da-familia-cavalcanti.html



Genealogia do Felippo Cavalcanti



Na lenda da origem dos Cavalcanti eram 4 irmaos que vieram do Castelo de San Giglio em Colonia na Alemanha. Um dos quatro irmaos se fixou em Firenze, isso no seculo VIII. 
1.Domenico Cavalcanti, ano 1000 em Florença, atestado no documento do notaio Fiorenzo de 1045 registrado na abbadia de Monte Oliveto di Firenze, hoje estes documentos estao arquivados no ASF.
2.Giamberto Cavalcanti, <1030>
3.Cavalcante de' Cavalcanti <1060>
4.Giannozzo Cavalcanti <1090>(também conhecido como Giannulieto ou Iannis Leti). foi casado com uma filha de conde Guido Guerra III, ou Guido "Sangue", conde de Modigliana, + depois de 20.09.1220, e da condessa Gualdrud ou Gualdrada, filha de Bellincione di Uberto de' Ravignani (o nome Guido, comum na descendencia Cavalcanti do casal, parece provir desse casamento), Pai de:
-Cavalcante "Larussa" deve ter sido chamado assim porque morava na via Porta Rossa, <1120> que segue
-Adimaro Cavalcanti, morre antes de 1228, consul da comune de Florença em 1176 casou com Isabela degli Amidei. (Aldimaris Iannis Leti) assinou o acordo de PAZ entre Siena e Firenze em 1201.
5.Cavalcante De' Cavalcanti foi consul da comune de Florença em 1176, Pai de: 
-Aldobrandino Cavalcanti, dado em 1204 como consul da comune de Florença e citado em 1215 num tratado com Bologna. C.g. em Florença.
-Cavalcante de' Cavalcanti
-Adimaro Cavalcanti
-Pazzo Cavalcanti, ancestral do ramo napolitano.
6. Messer Cavalcante De' Cavalcanti, da parte Guelfa, Pai de varios filhos
-Schiatta que segue
-Giovanni, dito  Gianni Schicchi, atestado em 1204 e citado por Dante e tema de opera de Puccini. C.g.
-Ciappo Cavalcanti. Dos anziani em 1226.
-Poltrone Cavalcanti.
7. Messer Schiatta Cavalcanti algumas vezes é colocado na geraçao anterior, mas as datas de seu neto Guido o sugerem aqui. Atestado em 1220. Deve ser o mesmo que assinou o contrato de compra e venda de uma casa no Mercato Nuovo, Archivio Compagni, privato P.d.
-Messer Cavalcante de' Cavalcanti, pai de:
 -Guido Cavalcanti (c.1250-1300, poeta do dolce stil nuovo, casado com Bice di Farinata degli Uberti, c.g.
-Scolaio, que segue.
8.Messer Scolaio Cavalcanti teve tres filhos:
-Messer Bottaccio, c.g.
-Schiatta, que segue.
-Scolaio detto Bamboccio, c.g. 
9.Messer Schiatta de' Cavalcanti foi p.d.:
-Arrigo, que segue.
-Poltrone.
10.Arrigo de' Cavalcanti.:
(Arrigo Cavalcanti estava entre os Dieci del Mare em 1357, Scipione Ammirato, Istorie Fiorentine II, 579b., mas o mesmo Scipione tem duvidas sobre o Arrigo, leia a Istoria Della Famiglia Cavalcanti na parte do "Filippo in India".
-Benedetto Cavalcanti, bispo de Rapolla, morre em 1374. 
-Iacopo, que segue
11. Iacopo Cavalcanti é o tronco de um dos ramos destes que renunciaram aos privilegios magnaticios, adotando esta linha o nome de' Cavallereschi, P.d.
 -Guido, que segue.
-Ridolfo Cavalcanti.
12. Guido De' Cavalcanti, ou Guido de' Cavalleschi,  atestado como filho de Jacopo  em 1387. Em 1373 se inscreve na Arte di Calimala, corporação dos negociantes de panos de lã- Em 1393 é escolhido um dos cônsules (dirigentes) da Arte di Calimala. Em 1401 se casa com Corradina di Piero di Camantino de' Gherardini.
-Antonio que segue.
-Jacopo.
-Giovanni Cavalvanti, c.g.
13. Antonio Cavalcanti ou Antonio De' Cavalleschi, n. 1404 e atestado em 1426 como irmao de Jacopo e filho de Guido de' Cavallereschi, foi o p.d:
-Piero
-Jacopo, pai de um Filippio e avo de um Schiatta.
-Guido, c.g.
-Filipppo, que segue.
14. Filippo Cavalcanti. Pai de:
-Lorenzo, que segue.
-Jacopo Cavalcanti, com dois filhos:
  --Jacopa, n. 1453, c.c. Jacopo di Girolamo di Matteo  Morelli
  --Filippo, pai de Maria, n 1497, c.c. Jacopo di Francesco Rinuccini.
15. Lorenzo Cavalcanti. Casou com Contesima, filha de Ugo di Rinaldo Peruzzi. Pais de:
-Giovanni, que segue.
-Schiatta.
-Maddalena, n 1489, c.c. Bernardo  di Simone Mazzinghi.
-Caterina, c.c. Paolo di Agnolo Baglioni.
-Selvaggia; e outra Maddalena. 
16.Giovanni Cavalcanti. Grande comerciante, nasce em Florença em 1480. Em 1521, Giovani di Lorenzo Cavalcanti esta de volta a Florença e se casa com Ginerva, filha deFrancesco di Lionardo Mannelli. Giovanni di Lorenzo morreu em Londres em 1542; teve com monna Ginerva tres filhos, Schiatta, que aparentemente secedeu ao pai na gestao dos negocios, Guido, que serviu a Caterina de' Medici e acompanhou quando esta se mudou para a França, e Filippo, que vem para o Brasil. Pai de:
-Schiatta
-Guido, foi para Paris com Caterina de Medici
-Felippo, que segue. 
17. Filippo Cavalcanti, que passa ao Brasil. 
 Saiba mais no livro CAVALCANTIS: na Italia, no Brasil

Bibliografia

CAVALCANTIS, na Italia, no Brasil, escrito por Marcelo Bezerra Cavalcanti, Francisco Antonio Doria e Cassia Albuquerque, 
BIBLIOTECA NAZIONALE CENTRALE DI FIRENZE = BNCF,   http://www.bncf.firenze.sbn.it/
ARCHIVIO DI STATO DI FIRENZE = ASF,  http://www.archiviodistato.firenze.it/ 
Visualizaçao do Original Online  = [FOTO DIGITAL] 
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Autore: Ammirato , Scipione <1531-1601>
Titolo: Delle famiglie nobili fiorentine di Scipione Ammirato parte prima ... con la tauola nel fine 
Pubblicazione: In Firenze : appresso Gio. Donato, e Bernardino Giunti, & compagni, 1615. (In Firenze) : per Gio. Donato, e Bernardino Giunti, & compagni, 1615 
BNCF, Colocazione: MAGL.2._.42, MAGL.2._.26
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Biblioteca Nazionale Centrale di Firenze, Sala Manoscritti Rari 
Segnato: Passerini 11, Passerini 216, Passerini 156.
Manoscritti Passerini, Luigi <1816-1877> com uma arvore genealogica, manoscritos originais de Scipione Ammirato com anotaçoes de Andrea di Lorenzo Cavalcanti  

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BNCF, Titolo: Marietta de' Ricci, ovvero Firenze al tempo dell'assedio : racconto storico / di Agostino Ademollo e Passerini, Luigi <1816-1877> è la forma preferita per: Passerini Orsini, Luigi<conte dei Rilli>. Colocazione: MAGL. 8.1.55., MAGL. 13.2.102
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 Archivio di Stato di Firenze (ASF)
Segnatura: Mannelli Galilei Riccardi, Pezzo: 481, Registro D'Uomini e Donne Cavalcanti, um livro escrito por Andrea di Lorenzo Cavalcanti com uma lista de nomes e contratos da familia registrados na Gabella dei Contratti di Firenze. 
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Archivio di Stato di Firenze (ASF)
Segnatura: Manoscritti, Pezzo: 382, Istoria Della Famiglia Cavalcanti, scritta da Scipione Ammirato em 1586 e completada em 1626, Carte Dei, Busta 16 com varias tabelas, documentos, anotaçoes do Scipione Ammirato il giovane marcadas com aspas "//" vermelhas. Que contam a historia do Felippo Cavalcanti que foi para o Brasil. 
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ISTORIE FIORENTINE scritte da Cavalcanti , Giovanni Batista <1381-ca. 1451>, Volume II, pag. 455 a 457 - FIRENZE, Tipografia ALL' INSEGNA DI DANTE, 1838, APPENDICE, §. 4. (exlica a lenda de origem da familia Cavalcanti na cidade de Colonia na Alemanha) A cura di Filippo Luigi Polidori, Firenze : Tipografia all'insegna di Dante, 1838-1839. BNCF Colocazione; CONS  TSC.73.[FOTO DIGITAL]
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Archivio della Opera di Santa Maria del Fiore FIRENZZE
Registros de batismo online
Livro Necrologio della Canonica Fiorentina, Segnatura: I.3.6



A familia cavalcanti(e)

by  on Jul 08, 2011


Alguns Descendentes Brasileiros do Casal Batista Cavalcanti /Francisca 

Acciaiolli, nascidos na Itália.

  • 1. Daniel C. de Figueiredo A FamíliaCavalcanti(e)(Descendentes do Casal Batista Cavalcanti e Francisca Acciaioli) Sobral - Ceará Julho de 2011
  • 2. 2 ACERCA DA CIÊNCIA GENEALOGIA Na maioria das línguas indo-europeias, o prenome precede o sobrenome (apelido defamília) na forma de designar as pessoas. Em algumas culturas e idiomas (por exemplo emhúngaro, vietnamita, chinês, japonês ou coreano), o sobrenome precede o prenome naordem do nome completo. Na maioria das culturas as pessoas têm apenas um sobrenome, geralmente herdado dopai. Muitas vezes porém na cultura anglo-saxónica entre o nome próprio e o sobrenomeusam ainda um nome do meio, por vezes escolhendo o sobrenome materno para essesegundo nome próprio. Já na cultura lusófona é costume os filhos receberem um ou maissobrenomes de ambos os progenitores. Também assim se procede na cultura hispânica,porém note-se que, enquanto na Lusitana os sobrenomes maternos precedem os paternos nadisposição final do nome completo, na Espanha e na América hispânica a ordem é ainversa. Em Portugal o número máximo de sobrenomes permitidos é quatro, o que permiteo uso de sobrenome duplo quer materno, quer paterno, enquanto que na Espanha é de dois,mas esses dois podem ser duplos, unidos por hífen, resultando na realidade em quatro. Jáno Brasil e nos restantes paises de língua portuguesa não existe essa limitação. Em muitas culturas também é normal uma mulher assumir o sobrenome do marido apóso casamento. Em Países como a França, a Alemanha e nos países anglo-saxônicos é normala mulher "abdicar" do seu sobrenome de solteira (o chamado maiden name) e ficar apenascom o sobrenome do seu cônjuge. Nos últimos anos, porém, tem-se tornado algo frequenteas mulheres estadunidenses apenas "acrescentarem" o apelido do marido ao seu nome desolteira ou hifenizarem ambos os sobrenome (é o caso de Hillary Rodham Clinton). Na Espanha e em alguns países de língua espanhola a mulher costumava substituir o seusobrenome materno pelo sobrenome do marido, precedido da preposição "de". Contudo,nas últimas décadas esta prática tem sido gradualmente abandonada.Em Portugal a lei apenas obriga, ao registar-se um neófito, a que este receba um nomepróprio, e um dos sobrenomes paternos, do pai, não necessariamente o último sobrenomedo pai, pode ser até o da mãe do pai, ou sobrenome paterno do meio. Um segundo nomepróprio, sobrenomes maternos, ou mais sobrenomes paternos, até ao número de quatro, sãofacultativos legalmente, ou seja, dependem da vontade dos pais. A partir do final do século XIX apenas, e por influência da burguesia francesa, tornou-se algo comum as mulheres portuguesas acrescentarem o sobrenome (ou duplo sobrenome)do marido aos seus sobrenomes, sem no entanto perderem os seus próprios de solteira. Estaprática pode originar nomes extraordinariamente longos (até dois nomes próprios, e até seissobrenomes seguidos) ou causar situações como uma mulher chamada Maria Santos Silvacasar com um homem chamado José Pereira Santos, passando o seu nome a ser MariaSantos Silva Santos. Note-se no entanto que a repetição na mulher de sobrenomes comunsaos noivos é legalmente facultativa em Portugal, e depende apenas do gosto da noiva.Assim por exemplo, geralmente esta Maria Santos Silva escolherá ao casar assinar-se
  • 3. 3oficialmente Maria Silva dos Santos, se Pereira for da sua sogra, ou Maria Silva Pereira dosSantos, se Pereira dos Santos for sobrenome duplo do marido. Pois a adoção do sobrenomedo marido, note-se, nunca foi obrigatória em Portugal, é apenas facultada por lei perante avontade expressa dos noivos nesse sentido. Inversamente, a lei permite à mulher divorciadaguardar o sobrenome ou sobrenomes do ex-marido, se assim o entender, por exemplo, porjá ser conhecida profissionalmente e não pretender por essa razão retirá-los, ou outra ainda- manter o mesmo sobrenome usado pelos seus filhos, por exemplo. Atualmente uma nova tendência cultural entre as mulheres portuguesas está regressandoao velho costume português de manter os sobrenomes de solteira, não adotando os domarido ao casar. Também não é incomum em Portugal uma mulher assumir o sobrenomedo marido mas não o usar nem na sua vida profissional nem na sua vida pessoal. Na leiatual, também é permitido os homens adotarem o sobrenome das esposas, ou cada um dosnoivos adotar um sobrenome do outro em troca, embora este uso não seja muito freqüente. Em países como o Japão, ao casar-se, um casal é obrigado a assumir um sobrenome emcomum, e apesar de na maioria das vezes ser o do homem, o contrário também ésocialmente aceito. A prática das mulheres assumirem o sobrenome do marido é considerada por vezesmachista, devido ao seu aparente significado histórico — as mulheres deixariam depertencer à família do pai para pertencerem à família do marido. Esta perspectiva pode serno entanto contrariada, pelo menos no quadro da cultura lusitana, aonde durante séculos, eaté ao sc. XIX pelo menos, se manteve o costume matriarcal de as filhas tomarem ossobrenomes de suas mães, tias e avós, na generalidade dos casos, tanto entre a nobrezacomo entre o povo, reservando-se aos rapazes o uso dos sobrenomes dos seus pais, tios eavós (masculinos). E ainda o costume cruzado de o primeiro filho homem tomar o nomecompleto (prenome e sobrenome) do avô paterno, enquanto o segundo filho homem tomavao nome completo do avô materno; enquanto às moças se procedia dando à primeira o nometotal da avó materna, à segunda o nome por inteiro da avó paterna, etc. Este singularizaçãoonomástica histórica de Portugal no quadro internacional explica-se pelas fundas raízesmatriarcais da cultura celto-gálica, depois gálica-portuguesa, de que ele nasceu.
  • 4. 4 Patronímico: É interessante acrescentar que no Brasil, até o Código Civil de 2002 somente asmulheres poderiam adquirir o sobrenome do cônjuge. Após a nova edição do DiplomaLegal, o marido também pode acrescentar ao seu nome o sobrenome da mulher, cabendo aocasal esta decisão.
  • 5. 5 Como os sobrenomes surgiram: Conhecer a origem dos sobrenomes poderá indicar de onde certa família descende, noque trabalhavam ou conhecer algumas características dos ancestrais dessa família.Os primeiros a adquirirem sobrenomes foram os chineses. Algumas lendas sugerem que oImpério Fushi decretou o uso de sobrenomes, ou nomes de famílias, por volta de 2.852 a.C.Os chineses tinham normalmente 3 nomes: o sobrenome, que vinha primeiro e era uma das438 palavras do sagrado poema chinês "Po-Chia-Hsing". O nome de família vinha emseguida, tirado de um poema de 30 personagens adotados por cada família. O nome própriovinha então por último. Nos tempos antigos os romanos tinham apenas um nome. No entanto mais tardepassaram a usar três nomes. O nome próprio ficava em primeiro e se chamava"praenomen". Depois vinha o "nomem", que designava o clã. O último nome designava afamília e é conhecido como "cognomen". Alguns romanos acrescentavam um quarto nome,o "agonomen", para comemorar atos ilustres ou eventos memoráveis. Quando o ImpérioRomano começou a decair, os nomes de família se confundiram e parece que os nomessozinhos se tornaram costume mais uma vez.
  • 7. 7 Formação e evolução dos sobrenomes em Portugal e no Império Português Desde a Idade Média algumas zonas rurais portuguesas,mesmo até tarde, já na IdadeModerna, pelo menos até ao sc. XVIII, as pessoas eram conhecidas pelo nome próprio. EmPortugal, a esse nome próprio era acrescentado o patronímico, para os rapazes, e omatronímico, para as moças. Em casos mais raros, podiam os rapazes ser conhecidos pelomatronímico, por exemplo, se não tivessem pai, ou as raparigas pelo patronímico, no casopor exemplo de o pai ser de uma família mais distinta do que a da mãe. A partir do fim daIdade Média, numa lenta transição das urbes para o campo, e do litoral para o interior, ospatronímicos tendem a fixar-se, transmitindo-se sempre o mesmo, já como sobrenome deuma dada família que o usa em comum. Nos documentos oficiais em Portugal, por exemplo, na Chancelaria régia portuguesa, osregistos mencionam sempre o nome da pessoa, seguido do nome do pai dela, de forma aimpedir confusões entre homónimos. A necessidade de adicionar outro nome para distinguir as pessoas de mesmo nome veioa partir de certa altura a ganhar popularidade. Então elas passaram a adicionar ao nome quedeclaravam, ou que assinavam, o apelido (sinónimo em português de alcunha) por que osoutros as distinguiam, ou então a sua terra de origem, por exemplo. Assim, o João Anesfilho do ferreiro se diria João Anes Ferreiro, podendo passar essa alcunha/apelido aos seusdescendentes. O filho de João Anes, de Guimarães, que passasse a residir em Barcelos, dir-se-ia João Anes Guimarães. Este processo é paralelo e análogo ao da nobreza, que emmuitos conhecidos se assina pelo nome das terras de senhorio da respectiva família (JoãoAnes da Silva, ou seja, João filho de João senhor ou dono da Terra da Silva), ou AfonsoVaz Correia (Afonso filho de Vasco da linhagem tornada conhecida peloepíteto/alcunha/apelido Correia). Assim temos dois tipos básicos de sobrenomes, os que eram dados, ou chamados pelosde fora a alguém, para o distinguir (apelido, o mesmo que alcunha), e aqueles que sãoescolhidos pelo próprio para se afirmar, ou distinguir perante os outros (toponímicos). No século XI, época da Revolução Urbana na Europa, com a explosão da população nasaté então pequenas cidades medievais, pouco mais do que aldeias, o uso de um segundonome se tornou tão comum nessas urbes subitamente crescidas, e aonde as pessoaspassaram a ter mais dificuldade em conhecerem-se todas, que em alguns lugares era malconsiderado não se ter um sobrenome. Mas mesmo tendo sido este fenómeno o começopara todos os sobrenomes que existem hoje, grande parte dos nomes usado nas IdadesMédia e Moderna não tem a ver com a família, isto é, nenhum era obrigatoriamentehereditário, até à implantação do registo civil com força de Lei em Portugal, no ano de1911. Note-se que até ao sc. XVII nem sequer a Família Real dispunha de sobrenome,sendo apenas os seus membros tratados pelos seus nomes próprios, e seus respectivostítulos distintivos. Até esse ano, com efeito, a adoção dos sobrenomes era liberal, isto é, as pessoas eramapenas batizadas com o nome próprio, e escolhiam livremente mudar esse nome próprio aoentrar na adolescência, época em que recebiam o sacramento do Crisma, considerado umnovo batismo, e que permitia, e permite, mudar o nome próprio, ou acrescentar-lhe outro.Até 1911, pois, por conselho da família ou vontade própria, o crismado escolhia qual ouquais os sobrenomes de família que iria assinar como adulto. Esses registos eram
  • 8. 8exclusivamente os da Igreja Católica, que serviam oficialmente quando preciso na vidacivil. No século XIV, é adotada em Portugal a língua portuguesa para os registos oficiais,abandonando-se o latim bárbaro até então utilizado para esse efeito. Isto paralelamente aoutras nações europeias, aonde pelos anos de 1370 já se encontra a palavra "sobrenome"em documentos, nas respectivas línguas locais. Mas sobrenome significando ainda eapenas, então, um segundo nome mais distintivo, livremente atribuido ou escolhido, nãonecessariamente transmissível. Ou seja, não o sobrenome em sentido contemporâneo dotermo. À medida em que os governantes passaram a usar cada vez mais documentos escritos ea deixar registrados seus atos legais, foi-se tornando mais importante identificar comexatidão as pessoas. Em algumas comunidades nos centros urbanos, os nomes próprioseram insuficientes para distinguir as pessoas. No campo, com o direito de sucessãohereditária de terras, era preciso algo que indicasse vínculo com o dono da terra, para queos filhos ou parentes pudessem adquirir a herança, já que qualquer pessoa com o mesmonome poderia tentar se passar por filho. Acredita-se que na Europa, só depois de terminadoo século XIX, a maior parte das pessoas de qualquer nível social tinha um sobrenome, ousobrenomes, hereditários, fixos em alguns casos. Fora da cultura lusitana, este sobrenometendia a ser patrilinear, único, e identificava a família como primado de identidademasculina, provendo assim uma ligação com o passado, e preservando sua identidade nofuturo. No mundo fora da Lusofonia não é surpresa o fato de que antigamente a prioridade dasfamílias mais importantes fosse ter filhos homens, para manter o nome, afinal, os filhoshomens eram quem passava o sobrenome para as novas gerações, e por essa razão eradesgostoso para uma família não ter nenhum descendente masculino. Já em Portugalvigorava o conceito de casa, tanto entre a nobreza quanto entre o povo, constituido pelanoção de património familiar comum partilhado, no qual na ausência de varões sucediam asmulheres como senhoras da casa, que em muitos casos transmitiram, e transmitem ainda,esse sobrenome da casa à sua descendência. É o chamado sistema misto. Este costumeportuguês explica porque é que atualmente são raríssimas, se é que ainda existem, asfamílias portuguesas, ou de origem portuguesa, que mantenham a varonia do sobrenome,ou sobrenomes usados na atualidade. Ao contrário da França, por exemplo, aonde se sabeque as famílias se consideram extintas na falta de homens que lhes transmitam o nome, emPortugal elas sobreviveram, bem como o uso dos sobrenomes antigos, através da trasmissãopor via feminina. Além disto, convém ainda ter em conta que durante a profunda vivência religiosa dostempos antigos, a noção de parentesco e de família, mais do que carnal, era consideradaespiritual, pelo que as pessoas com larga vivência comum numa mesma casa, aonde afamília se considerava constituida por amos, parentes, filhos, criados, e até os escravos,todos podiam ser conhecidos pelo sobrenome principal da casa, mesmo os escravosbatizados, que recebiam no batismo os nomes e sobrenomes dos seus senhores. E oparentesco espiritual era tão forte que, por exemplo, padrinhos eram considerados comopais dos seus afilhados, impedidos de casar, por exemplo, etc. Assim, muitas vezes osafilhados, sobretudo quando herdavam dos padrinhos, tomavam os seus sobrenomes,especialmente se estes fossem seus parentes, mesmo que remotos, sem outra razão para talque não fosse manter um mesmo sobrenome ligado aos mesmos bens transmitidos. Esteaspecto esteve mesmo muitas vezes consignado nas escrituras de instituição de vínculos
  • 9. 9temporais, em que os instituidores obrigavam todos os sucessores a usarem o sobrenomeligado aos bens, o que explica o costume formado em Portugal de utilização oficial de cadavez mais sobrenomes, de maneira a não poder perder esses bens que tinham essa cláusula.
  • 10. 10
  • 11. 11 Formação e adoção dos sobrenomes noutros países europeus Noutros países, o processo foi muito distinto. Parece que o uso moderno dos nomeshereditários é uma prática que se originou na aristocracia comercial veneziana durante asCruzadas, na Itália, por volta do século X ou XI. Muitos desses nomes italianos usadoseram, porém, não os de uma família de sangue, mas sim de uma família corporativa, ouseja, um nome comum para todos os membros de um sindicato comercial, e respectivosfamiliares, unidos pelo negócio, e não pela biologia. Outros viajantes, voltando da TerraSanta e passando pelos portos da Itália, tomaram nota deste costume e o espalharam muitolenta e gradualmente pelo resto da Europa Ocidental, nas zonas litorâneas urbanas aondepassava a navegação de cabotagem. Por exemplo, no começo dos séculos XV e XVI osnomes de família ganharam popularidade na Polônia e na Rússia. Os países escandinavos,amarrados ao seu costume de usar o nome do pai como segundo nome, não usaram nomesde família antes do século XIX, e na Islândia - país com pequena população - até hoje semantém este uso. A Turquia esperou até 1933, quando o governo forçou a prática desobrenomes a ser adotada em seu povo. Os sobrenomes foram primeiramente usados pela nobreza e ricos latifundiários(senhores feudais), e pouco a pouco foram adotados por comerciantes e plebeus. Osprimeiros nomes que permaneceram foram aqueles de barões e latifundiários, quereceberam seus nomes a partir de seus feudos ou propriedades. Estes nomes se fixaramatravés da hereditariedade destas terras. Para os membros da classe média e trabalhadores,como as práticas da nobreza eram imitadas, começaram a usar assim os sobrenomes,levando a prática ao uso comum. É uma tarefa complicada classificar os nomes de família por causa das mudanças deortografia e pronúncia com o passar dos anos. Muitas palavras antigas tinham significadosdiferentes na época, ou hoje em dia estão obsoletas. Muitos nomes de família dependeramda competência e discrição de quem os escreveu no registro. O mesmo nome pode muitasvezes estar escrito de diferentes maneiras até mesmo em um documento só. Um exemplo:Carlos Red, que recebeu seu nome por ter cabelos vermelhos (red=vermelho, em inglês),pode ter descendentes prováveis com o sobrenome Reed, Reade, etc.
  • 12. 12 Formação dos sobrenomes ou apelidos em geral Os nomes de família chegaram até nós de diferentes maneiras. A grande maioria dossobrenomes evoluíram de cinco fontes principais:Ocupação: John, sendo carpinteiro, cozinheiro, moleiro, alfaiate, chamar-se-ia em inglês,respectivamente, de: John Carpenter, John Cook, John Miller e John Taylor. Um ferreiro, sechamaria em inglês de Smith, um dos sobrenomes mais comuns. Toda vila tinha os seusSmiths (ferreiros), Millers (moleiros), Taylors (alfaiates) e Carpenters (carpinteiros),Gardners (jardineiros), fisherman (pescadores), Burke ou Burgie (vendedor de burcas,tecido de seda), Hunters (caçadores), sendo que os Millers de uma vila não tinhamnecessariamente nenhuma relação com os Millers de outra vila.Localidade: O John que morava numa colina/montanha (hill, em inglês) pode ter ficadoconhecido por John Overhill (over, considera-se "em cima"). O John que morava perto deum riacho poderia ser chamado de John Brook (brook=arroio, ribeiro). Você pode dizer queum sobrenome deriva de um local quando, por exemplo, termina com (em Inglês):-hill (em inglês) ou -berg (em alemão), ambos significam montanha, monte;-ford (um leito de rio);-wood (floresta, bosque);-brook (arroio, ribeiro);-well (poço).Alguns nomes portugueses são derivados de nomes estrangeiros de localidade. Porexemplo, Dutra teria vindo do holandês van Utrecht.
  • 13. 13 Patronímico e matronímico: Muitos sobrenomes indicavam antigamente o nome do pai ou da mãe; por exemplo,"Esteves" significa "filho de Estêvão". Mas também Joana Fernanda significava Joana filhade Fernanda, assim como André João significou André filho de João, e José Mariano quizdizer José filho de Maria. Alguns dos patronímicos e matronímicos são cursivados, e sepassará a chamar Joana Fernandes ou André Eanes aos mesmos dois exemplos referidosatrás, processo sempre iniciado no litoral, e mais tardio no interior português ou no interiorcolonial. Os sufixos (ou prefixos) dos patronímicos variam de país para país:Alemanha: -sen; -sohnArmênia: -ianBulgária: -ov (masc.); -ova (fem.)Dinamarca: -senEscócia: Mc-; Mac-Espanha: -ezFinlândia: -nenFrança: -tHungria: -yiGeórgia: -dze; -shviliGrécia: -poulosInglaterra: -sonIrlanda: Mc-; Mac-; O-Itália: -iIslândia: -sson (masc.); -dottir (fem.)Normandia: Fitz-Noruega: -senPaís de Gales: Ap-Polônia: -wiecz; -skiPortugal: -(e)s. Exemplos: Simões (filho de Simão); Guimarães (filho de Guimara, ouVimara); Fernandes (filho de Fernando); Henriques (filho de Henrique); Nunes (filho deNuno); Martins (filho de Martim)Romênia: -escuRússia: -ov, -ev (masc.); -ova, -ovna (fem.); -vitchSuécia: -ssonUcrânia: -enko Na Normandia, John, filho de Randolph, ficaria John fitz-Randolph. Na Escócia, osdescendentes, por exemplo, de Gilleain eram conhecidos como MacGilleain e mais tardeabreviava-se para Mc, como McClean, McLane, McCann, McDaudt etc. Apesar do nome patronímico ter sido usado por um longo tempo, eles sempre mudavamde geração para geração. Como exemplo, John, filho (son) do William, poderia serconhecido como "John Williamson", mas o filho dele teria como sobrenome "Johnson", porser filho (son) do John.Característica: um homem muito baixo poderia ser chamado, em inglês, de Small, Short,Little ou Lytle. Um homem grande poderia ser então Longfellow, Large, Lang ou Long.
  • 14. 14Muitas pessoas que tinham características de um animal receberiam dele o nome, como porexemplo, uma pessoa travessa, astuciosa, poderia ser chamada de Fox (raposa); Um bomnadador, de Fish (peixe); um homem quieto, Dove (pombo) e assim por diante. Ossobrenomes que são normalmente engraçados, alguns surpreendentes e por vezes atéembaraçosos, são os nomes que provêm das características. Nem sempre se pode levar asério o significado de um sobrenome comparando com os valores de hoje em dia, pois osignificado das palavras mudou durante centenas de anos. Diante do sobrenome inglês"Stout", pode-se interpretar que o titular deste sobrenome era gordo, fortão ou entãodecidido, resoluto. Muitos sobrenomes têm mais de uma origem. Por exemplo, osobrenome inglês "Bell" (sino) pode dizer tanto de alguém que morou ou trabalhou onde setoca o sino, quanto alguém que fabricava sinos. Pode ser descendente de alguma Isabel, oupode ter vindo do francês antigo no qual a palavra "bel" significa beleza, correspondendoentão a alguém muito bonito.Religião: nos países em que a religião mais influente á a católica, é habitual o uso dedesignações religiosas nos apelidos. Exemplos: Anjos, Assunção, Baptista, Espírito Santo,Graça, Luz, Jesus, Santos.
  • 15. 15 Pesquisa Genealógica e a origem dos sobrenomes Uma das ciências auxiliares da História, a Genealogia está intimamente ligada aossobrenomes. A busca pela origem dos nomes das famílias é uma das formas de obtençãodos registros que permitem conhecer a árvore genealógica de uma pessoa, bem como dadosimportantes sobre a origem de sua parentela. A internet revolucionou a pesquisa genealógica, reunindo recursos que diminuírammuito o tempo necessário para construir uma árvore de ancestrais. Tecnologias como asredes sociais são empregadas de forma a facilitar a busca por pessoas distantes que tenhamo mesmo sobrenome, parentes esquecidos, perdidos ou por registros relevantes.
  • 16. 16 ÁRVORE GENEALÓGICA Uma árvore genealógica é um histórico de certa parte dos ancestrais de uma pessoa oufamília. Mais especificamente, trata-se de uma representação gráfica genealógica paramostrar as conexões familiares entre indivíduos, trazendo seus nomes e, algumas vezes,datas e lugares de nascimento, casamento, fotos e falecimento. O nome se dá pelo fato dasemelhança ao ramificar das árvores, que normalmente segue o padrão Fibonacci, enquantoa representação da árvore duma ascendência tende a ter um crescimento exponencial debase 2. Progressão de 20, 21, 22, 23, 24, etc Uma árvore genealógica também pode representar o sentido inverso, ou seja, de umancestral comum sendo a raiz da árvore até todos seus descendentes colocados nas suasinúmeras ramificações. O uso destas se faz para prova de ancestralidade, o indivíduo que constrói árvoresgenealógicas, quando da própria família é denominado probandus ou de cujus. É tambémusada na medicina, para estudo de doenças de cunho genético, tais como adicção, gota,diabetes, etc. No caso especifico da representação dos descendentes diretos próximos édenominado pedigree. ou linhagem, sendo que pedigree, tem por vezes denotaçõespejorativas.(Fonte de consulta – Site da Wikipedia - http://pt.wikipedia.org)
  • 17. 17A FAMILIA CAVALCANTI(E)************************************************* Cavalcanti é um apelido de família de remota origem italiana. É considerada a maiorfamília do Brasil (por ligação sanguínea). Várias famílias do Nordeste do Brasil sãoramificações da família Cavalcanti. A grafia Cavalcante, bastante comum, é umaportuguesamento. A origem italiana desta família encontra-se em Florença, de onde em meados do SéculoXVI um de seus membros, Filippo Cavalcanti,[1] transferiu-se para Portugal e depois parao Brasil. Já na América, casou-se com Dona Catarina de Albuquerque, neta de Lopo deAlbuquerque e filha de Jerónimo de Albuquerque com a índia Maria do Espírito SantoArcoverde. O casal teve onze filhos, que geraram numerosa descendência hoje espalhada por todo oBrasil e Portugal, mas ainda especialmente no Nordeste. Cavalcanti na Itália A família Cavalcanti era uma família de magnati, ou seja, uma família de nobres. Nasegunda metade do Século XIII esteve entre as famílias mais ricas de Florença, decaindoem seguida, mas com riquezas e status suficientes para manter alianças muito importantes. A maior família do Brasil Pode-se dizer que a família Cavalcanti(e) é a maior do Brasil pelo fato de ela possuir umancestral comum: dom Filippo Cavalcanti. Essa conclusão é do genealogista Carlos Barata,que realizou inúmeras pesquisas em livros, documentos e até cemitérios ao longo de vinteanos. Existe até um famoso ditado em Pernambuco que diz: "Quem viver em Pernambuconão se faça de rogado, pois há de ser um Cavalcanti ou há de ser um cavalgado." E osobrenome também se perde, se camufla e aparece por trás de nomes como Chico Buarqueou Ariano Suassuna.Quanto a grafia, ambas as formas, Cavalcanti ou Cavalcante, estão corretas. Não há dúvidasque a primeira é a original, todavia muitos sobrenomes de origem italiana perderam suasgrafias originais, adaptando-se à fonética e à pronúncia brasileiras; assim transformou-se aterminação italiana — i — na portuguesa — e.Bibliografia:http://pt.wikipedia.org/wiki/Família_Cavalcanti*************************************************
  • 18. 18 ÁRVORE GENEALÓGICA SIMPLIFICADA DA FAMÍLIA Simbologia Adotadab.(born) - significa nascido em;d(died) - significa morreu em;m(married) - significa casado em;Already Printed – significa que o nome já foi citado anteriormente **************************************************************** Descendentes de BATISTA CAVALCANTI - Elaborado por Daniel C. de Figueiredo04 Jul 2011===============================================================================1. BATISTA CAVALCANTI (b.Italia)sp: FRANCISCA ACCIAIOLI (b.Italy(Italia)) |-2. GIOVANI CAVALCANTI (Giovanni di Lorenzo di Filippo Cavalcanti) (b.Itália) | sp: GENEBRA MANELLI (Ginevra Manelli) (b.Itália) | +-3. FILLIPPE CAVALCANTI (Florentino Pernambucano) (b.Florência-Italia) | sp: CATARINA DE ALBUQUERQUE (A Velha) (b.1538-Olinda-Pe d.1614-Olinda-Pe) | |-4. CATARINA CAVALCANTI DE ALBUQUERQUE (A Nova) (d.1591) | | sp: CRISTOVÃO DE HOLANDA DE VASCONCELOS (b.1538-Olinda-Pe m.1584 d.1614-Olinda-Pe) | | |-5. BARTOLOMEU DE HOLANDA CAVALCANTI (d.1623-Olinda-Pe) | | | sp: JUSTA DA COSTA | | | +-6. JERONIMO CAVALCANTI DE ALBUQUERQUE | | | sp: CATARINA DE ABREU | | | +-7. JUSTA CAVALCANTI | | | sp: GASPAR XIMENES DE ARAGÃO E MEDINA (m.1660) | | |-5. CRISTOVÃO CAVALCANTI ALBUQUERQUE (b.Olinda-Pe) | | | sp: CATARINA DA COSTA | | | |-6. JOÃO CAVALCANTI DE ALBUQUERQUE (d.1690-Freguesia de São Lourenço da Muribara-Pe) | | | | sp: BERNARDA DALBUQUERUQE (b.Serinhaem) | | | | +-7. CRISTÓVÃO DE HOLANDA CAVALCANTI (b.Freguesia de Serinhaem) | | | | sp: ANA FREIRE DE AZEVEDO (b.Freguesia De Muribeca) | | | | |-8. DOMINGOS GONCALVES FREIRE | | | | |-8. Clérigo ANTONIO DE HOLANDA CAVALCANTI (d.Ceará-Brasil) | | | | |-8. CRISTÓVÃO DE HOLANDA CAVALCANTI | | | | |-8. SEBASTIÃO DE HOLANDA CAVALCANTI | | | | |-8. ISABEL DE HOLANDA CAVALCANTI | | | | | sp: DIOGO CARVALHO DE SÁ | | | | | |-9. ANTÔNIO DE HOLANDA CAVALCANTI | | | | | |-9. CRISTÓVÃO DE HOLANDA CAVALCANTI | | | | | |-9. TERESA DE DE HOLANDA CAVALCANTI | | | | | | sp: ANTONIO JOSÉ RIBEIRO (b.Portugal m.1781) | | | | | | +-10. JOSÉ FERREIRA CAVALCANTI (b.1781-Goiania) | | | | | | sp: ANA GOMES DE ALBUQUERQUE (b.1788-Sobral-Ce m.1808) | | | | | | |-11. VICENTE FERREIRA CAVALCANTI (b.1815-Sobral-Ce d.1899) | | | | | | | sp: ANTONIA MARIA DO NASCIMENTO (b.1831-Sobral-Ceara-Brasil d.1900) | | | | | | |-11. MANUEL FERREIRA CAVALCANTE (b.1811-Sobral-Ce) | | | | | | | sp: ROSA MARIA DE VITERBO XIMENES DE ARAGÃO (b.1810 m.1829) | | | | | | | |-12. ISABEL ESMERINA CAVALCANTE (b.1831) | | | | | | | | sp: BELARMINO DE SOUSA VIANA (m.1856 d.1883)
  • 19. 19 | | | | | | | | |-13. ROSA AMÉLIA CAVALCANTE (b.1857-Sobral d.1921-Fortaleza) | | | | | | | | | sp: FRANCISCO DODÔ FERREIRA CAVALCANTE (b.1852 m.1881 d.1921-SãoLuis-Ma) | | | | | | | | | |-14. BELARMINA CAVALCANTE (b.1882-Sobral) | | | | | | | | | |-14. VALMORE CAVALCANTE (b.1885) | | | | | | | | | |-14. TEODORICO FERREIRA CAVALCANTE (b.1887) | | | | | | | | | |-14. CECY CAVALCANTE (b.1892-Sobral) | | | | | | | | | |-14. ISABEL ISA CAVALCANTE (b.1894-Sobral) | | | | | | | | | |-14. JOSÉ LOURENÇO CAVALCANTE (b.1896) | | | | | | | | | +-14. MARIA OLÍMPIA CAVALCANTE | | | | | | | | | sp: DOROTEU XIMENES ARAGÃO (b.1874 m.1901 d.1953-Sobral) | | | | | | | | | |-15. General JARBAS CAVALCANTE DE ARAGÃO (b.1905) | | | | | | | | | | sp: LUISA BITTENCOURT (m.1956) | | | | | | | | | |-15. Capitão-Aviador VICENTE CAVALCANTE DE ARAGÃO (b.1907 d.1939-Cascavel-Ce) | | | | | | | | | | sp: FILOMENA BRITO | | | | | | | | | |-15. JOSÉ MOACIR CAVALCANTE DE ARAGÃO | | | | | | | | | | sp: ALDERICO DE ARAÚJO | | | | | | | | | +-15. Tenente-Aviador RAIMUNDO CAVALCANTE DE ARAGÃO (b.1915d.1939-Barra-Bahia) | | | | | | | | | sp: CACILDA MOREIRA TORRES | | | | | | | | |-13. JOSÉ LOURENÇO VIANA (b.1858-Sobral) | | | | | | | | |-13. FRANCISCA LAURENTINA VIANA (b.1859-Sobral) | | | | | | | | +-13. MARIA DE SOUSA VIANA (b.1860-Sobral d.) | | | | | | | |-12. MARIA MAXIMIANA CAVALCANTE (b.1832) | | | | | | | | sp: MANUEL FRANCISCO DA SILVA (m.1863) | | | | | | | | |-13. JOÃO CAVALCANTE E SILVA (b.1821 d.1910) | | | | | | | | | sp: MATILDE | | | | | | | | | sp: JOAQUINA SABOIA DE ALBUQUERQUE (Quininha) (b.1868 m.1891 d.1945) | | | | | | | | |-13. JOSÉ CAVALCANTE E SILVA | | | | | | | | | sp: ? | | | | | | | | |-13. SÉRGIO CAVALCANTE (d.) | | | | | | | | |-13. ROSA CÂNDIDA | | | | | | | | | sp: JOSÉ LOURENÇO VIANA (b.1858 m.1885 d.1932) | | | | | | | | | |-14. BELARMINO DE SOUSA VIANA (b.1885) | | | | | | | | | |-14. MANOEL FRANCISCO VIANA (b.1889) | | | | | | | | | | sp: ALZIRA GOMES PARENTE (m.1914) | | | | | | | | | | |-15. JOSÉ MARIA PARENTE VIANA | | | | | | | | | | | sp: MARIA DE LOURDES MARQUES | | | | | | | | | | | |-16. MARGARIDA PARENTE VIANA | | | | | | | | | | | |-16. ANTÔNIA PARENTE VIANA | | | | | | | | | | | |-16. MARIA DO CARMO PARENTE VIANA | | | | | | | | | | | |-16. JOSÉ LOURENÇO PARENTE VIANA | | | | | | | | | | | |-16. MARIA DE NAZARÉ PARENTE VIANA | | | | | | | | | | | |-16. ELISABETH PARENTE VIANA | | | | | | | | | | | |-16. RAIMUNDO JOSÉ VIANA | | | | | | | | | | | |-16. FLÁVIA PARENTE VIANA | | | | | | | | | | | |-16. LÚCIA PARENTE VIANA | | | | | | | | | | | |-16. JOSÉ MARIA PARENTE VIANA (Filho) | | | | | | | | | | | +-16. MIRIAN PARENTE VIANA | | | | | | | | | | |-15. RUY PARENTE VIANA (b.1922-Camocim-Ce) | | | | | | | | | | | sp: ANA EVANGELINA PESSOA DOS SANTOS (Anita) (b.1926-Sobral-Cem.1946 d.1955-Sobral-Ce) | | | | | | | | | | | |-16. Func. do Banco do Brasil MANOEL SEGISMUNDO PESSOA DOSSANTOS PARENTE VIANA (b.1947-Sobral-Ce)
  • 20. 20 | | | | | | | | | | | | sp: JOAQUINA MARIA FROTA MONTALVERNE (Quinquina) (b.1951-Sobral-Ce) | | | | | | | | | | | | |-17. ANA CAROLINA MONTALVERNE VIANA | | | | | | | | | | | | | sp: ? | | | | | | | | | | | | | +-18. MANOEL SEGISMUNDO | | | | | | | | | | | | |-17. MANOELA MONTALVERNE VIANA | | | | | | | | | | | | | sp: ? | | | | | | | | | | | | | +-18. FARNCISCO MATEUS | | | | | | | | | | | | |-17. MARIANA MONTALVERNE VIANA | | | | | | | | | | | | |-17. REBECA MONTALVERNE VIANA | | | | | | | | | | | | +-17. MARIA YEDA MONTALVERNE VIANA | | | | | | | | | | | | sp: Médico e Professor RONALDO GADELHA | | | | | | | | | | | | |-18. MANUEL LUCAS MONTALVERNE VIANA GADELHA | | | | | | | | | | | | sp: ? | | | | | | | | | | | | +-18. LUANA | | | | | | | | | | | |-16. Eng, JOSÉ IVO SANTOS VIANA (b.1950-Sobral-Ce) | | | | | | | | | | | | sp: MARILENE BANDEIRA TEIXEIRA (b.Iguatu-Ce) | | | | | | | | | | | | |-17. IVO TEIXEIRA VIANA (b.1978) | | | | | | | | | | | | +-17. ÍTALO TEIXEIRA VIANA (b.1981) | | | | | | | | | | | |-16. MARIA LUIZA SANTOS VIANA (Mariza) (b.1951-Sobral d.2005-Fortaleza-Ce) | | | | | | | | | | | | sp: FRANCISCO AUTO FILHO (b.1948-Assaré-Ce) | | | | | | | | | | | | |-17. ERNESTO VIANA AUTO (d.2006) | | | | | | | | | | | | sp: MARCOS GUILHERME VIEIRA DOS SANTOS (b.1949-Fortaleza-Ce) | | | | | | | | | | | | |-17. GABRIEL VIANA VIEIRA DOS SANTOS | | | | | | | | | | | | +-17. ANITA VIEIRA DOS SANTOS | | | | | | | | | | | |-16. RAIMUNDO NONATO SANTOS VIANA (b.1954-Sobral-Ce) | | | | | | | | | | | | sp: PALMIRA SARAIVA | | | | | | | | | | | | |-17. ALEXANDRE SARAIVA SANTOS VIANA | | | | | | | | | | | | |-17. HENRIQUE SARAIVA SANTOS VIANA | | | | | | | | | | | | |-17. ANA SARAIVA SANTOS VIANA | | | | | | | | | | | | sp: ESMERINDA BARRETO CORREIA (b.1966-Campos Sales-Ce) | | | | | | | | | | | | |-17. DANIEL BARRETO SANTOS VIANA | | | | | | | | | | | | +-17. DANILO BARRETO SANTOS VIANA | | | | | | | | | | | sp: ELIETE FAJÁ | | | | | | | | | | | +-16. sem descendência | | | | | | | | | | |-15. MARIA ALZIRA PARENTE VIANA | | | | | | | | | | | sp: ECMAR DEMÉTRIO (m.1941 d.1968) | | | | | | | | | | | |-16. YOLITA VIANA DEMÉTRIO | | | | | | | | | | | | sp: Comerciante HÉLIO MONTE COELHO (b.1932 m.1963) | | | | | | | | | | | | |-17. ANA CLÁUDIA DEMÉTRIO MONTE COELHO | | | | | | | | | | | | | sp: Prof. RAIMUNDO SILVÉRIO AGUIAR JUNIOR (Silvério) | | | | | | | | | | | | | |-18. BRUNO MONTE COELHO AGUIAR | | | | | | | | | | | | | |-18. DIANA MONTE COELHO AGUIAR | | | | | | | | | | | | | +-18. HÉLIO NETO MONTE COELHO AGUIAR | | | | | | | | | | | | |-17. ECMAR DEMÉTRIO MONTE COELHO | | | | | | | | | | | | | sp: ROMÊNIA PRÍCIA PAIVA DE OLIVEIRA | | | | | | | | | | | | | +-18. RAYANE COELHO | | | | | | | | | | | | +-17. HÉLIA MARIA DEMÉTRIO MONTE COELHO | | | | | | | | | | | |-16. IONILDE DEMÉTRIO | | | | | | | | | | | +-16. IONEIDE DEMÉTRIO | | | | | | | | | | +-15. Médico FRANCISCO DE ASSIS PARENTE VIANA | | | | | | | | | | sp: MARIA MELO | | | | | | | | | |-14. Médico LUIZ VIANA (b.1891) | | | | | | | | | |-14. ANTÔNIO LOURENÇO VIANA (b.1895) | | | | | | | | | |-14. VICENTE DE PAULO VIANA (b.1908)
  • 21. 21 | | | | | | | | | |-14. MARIA JOSÉ VIANA (b.1886) | | | | | | | | | |-14. ANTÔNIA TÉRCIA VIANA (b.1894) | | | | | | | | | |-14. MARIA NAZARÉ VIANA (b.1905) | | | | | | | | | |-14. ISABEL VIANA (b.1910) | | | | | | | | | |-14. RAIMUNDA VIANA (b.1904) | | | | | | | | | |-14. MANUEL (d.) | | | | | | | | | |-14. ISABEL (d.) | | | | | | | | | |-14. MARGARIDA (d.) | | | | | | | | | |-14. LAURA (d.) | | | | | | | | | |-14. FRANCISCO (d.) | | | | | | | | | |-14. GENOVEVA (d.) | | | | | | | | | |-14. CAETANA (d.) | | | | | | | | | +-14. MARIA DA CONCEIÇÃO | | | | | | | | +-13. ANA CAROLINA | | | | | | | |-12. ANA VITALINA DA PENHA (b.1833) | | | | | | | | sp: MANUEL FRANCISCO DA SILVA (m.1849) | | | | | | | | +-13. MIGUEL CAVALCANTE (d.Ipu) | | | | | | | |-12. JOAQUIM FERREIRA CAVALCANTE (b.1835-Sobral-Ce) | | | | | | | | sp: FRANCISCA PESSOA DE ANDRADE | | | | | | | | |-13. PAULO PESSOA CAVALCANTE (d.Rio de Janeiro) | | | | | | | | |-13. General JOÃO PESSOA CAVALCANTE | | | | | | | | +-13. General FRANCISCO PESSOA CAVALCANTE | | | | | | | |-12. FRANCISCA CAROLINA CAVALCANTE (b.1837-Sobral) | | | | | | | | sp: JOSÉ DA PÁSCOA LORETO (Terceiro do Nome) (b.1844 m.1861 d.1923) | | | | | | | | |-13. RAIMUNDO CAVALCANTE PÁSCOA (Raimundo da Páscoa Loreto) (b.1862-Sobral) | | | | | | | | |-13. MARÇAL CAVALCANTE PÁSCOA ( Marçal da Páscoa Loreto) (b.1863-Sobral) | | | | | | | | |-13. MARIA DA GRAÇA PÁSCOA (b.1864-Sobral) | | | | | | | | |-13. ANTÔNIA DA PÁSCOA (Antônia da Páscoa Loreto) | | | | | | | | +-13. MANUEL DA PÁSCOA LORETO | | | | | | | |-12. ANTONIO NICOLAU FERREIRA CAVALCANTE (b.1838) | | | | | | | |-12. CAROLINA CAVALCANTE (b.1839) | | | | | | | | sp: JOSÉ FLORÊNCIO XIMENES | | | | | | | |-12. JOSÉ VICENTE FERREIRA CAVALCANTE (b.1842) | | | | | | | | sp: CLEMENTINA DA FROTA | | | | | | | | +-13. ANTÔNIO AQUILES FERREIRA CAVALCANTE | | | | | | | |-12. MARIA DAS MERCÊS CAVALCANTE (b.1843) | | | | | | | | sp: MIGUEL DA PÁSCOA | | | | | | | |-12. VICENTE CÂNDIDO FERREIRA CAVALCANTE (b.1845) | | | | | | | |-12. MARIA DA PENHA CAVALCANTE (b.1847-Sobral-Ce) | | | | | | | | sp: ROLIM PINTO BRANDÃO | | | | | | | | +-13. ÁGUEDA BRANDÃO | | | | | | | |-12. MIGUEL TEMISTOCLES CAVALCANTE (b.1850) | | | | | | | |-12. FRANCISCO DODÔ FERREIRA CAVALCANTE (b.1852 d.1921-São Luis-Ma) | | | | | | | | sp: ROSA AMÉLIA CAVALCANTE (b.1857-Sobral m.1881 d.1921-Fortaleza) | | | | | | | | |-13. BELARMINA CAVALCANTE (b.1882-Sobral) (*Already Printed*) | | | | | | | | |-13. VALMORE CAVALCANTE (b.1885) (*Already Printed*) | | | | | | | | |-13. TEODORICO FERREIRA CAVALCANTE (b.1887) (*Already Printed*) | | | | | | | | |-13. CECY CAVALCANTE (b.1892-Sobral) (*Already Printed*) | | | | | | | | |-13. ISABEL ISA CAVALCANTE (b.1894-Sobral) (*Already Printed*) | | | | | | | | |-13. JOSÉ LOURENÇO CAVALCANTE (b.1896) (*Already Printed*) | | | | | | | | +-13. MARIA OLÍMPIA CAVALCANTE (*Already Printed*) | | | | | | | +-12. TERESA MARIA DE JESUS CAVALCANTE (b.1853) | | | | | | |-11. CAROLINA JOAQUINA CAVALCANTE (b.1814) | | | | | | | sp: JOSÉ DA PÁSCOA LORETO (Segundo do Nome) (b.1812-Sobral m.1840) | | | | | | | |-12. MIGUEL DA PÁSCOA
  • 22. 22 | | | | | | | | sp: MARIA DAS MERCÊS CAVALCANTE (b.1843) | | | | | | | +-12. JOSÉ DA PÁSCOA LORETO (Terceiro do Nome) (b.1844 d.1923) | | | | | | | sp: FRANCISCA CAROLINA CAVALCANTE (b.1837-Sobral m.1861) | | | | | | | |-13. RAIMUNDO CAVALCANTE PÁSCOA (Raimundo da Páscoa Loreto) (b.1862-Sobral) (*Already Printed*) | | | | | | | |-13. MARÇAL CAVALCANTE PÁSCOA ( Marçal da Páscoa Loreto) (b.1863-Sobral)(*Already Printed*) | | | | | | | |-13. MARIA DA GRAÇA PÁSCOA (b.1864-Sobral) (*Already Printed*) | | | | | | | |-13. ANTÔNIA DA PÁSCOA (Antônia da Páscoa Loreto) (*Already Printed*) | | | | | | | +-13. MANUEL DA PÁSCOA LORETO (*Already Printed*) | | | | | | +-11. TERESA DE JESUS | | | | | | sp: ANTONIO FRANCISCO XIMENES DE ARAGÃO (b.1808 m.1833) | | | | | | +-12. RITA XIMENES DE ARAGÃO | | | | | | sp: JOAQUIM FURTADO XIMENES ARAGÃO (m.1847) | | | | | +-9. LOURENÇA HOLANDA CAVALCANTI | | | | |-8. BERNARDA CAVALCANTI DE ALBUQUERQUE | | | | +-8. ANA CAVALCANTI | | | |-6. FELIPPE CAVALCANTI DE ALBUQUERQUE | | | |-6. FRANCISCO CAVALCANTI | | | |-6. CRISTOVAO DE HOLANDA ALBUQUERQUE | | | |-6. JOANA CAVALCANTI | | | |-6. LEONARDA CAVALCANTI | | | +-6. MARIA CAVALCANTI | | |-5. FILIPPE CAVALCANTI DE ALBUQUERQUE | | |-5. Clérigo LUIS CAVALCANTI DE ALBUQUERQUE | | +-5. Frade JOÃO CAVALCANTI DE ALBUQUERQUE | |-4. FILIPA CAVALCANTI DE ALBUQUERQUE (b.Pernambuco) | | sp: ANTONIO DE HOLANDA VASCONCELOS (m.1585 d.1627-Goiana-Pe) | | |-5. ARNAU DE HOLANDA DE VASCONCELOS E ALBUQUERQUE | | | sp: ? | | | +-6. CATARINA | | |-5. Capitão-Mor Gov. das Armas da Bahia LOURENÇO CAVALCANTI DE ALBUQUERQUE(b.Goiana-Pernambuco) | | | sp: ÚRSULA FEIO DO AMARAL | | | +-6. FILIPA CAVALCANTI DE ALBUQUERQUE | | | sp: Capitão De Infantaria BERNARDO VIEIRA RAVASCO | | | |-7. CRISTÓVÃO VIEIRA RAVASCO CAVALCANTI | | | |-7. Capitão GONÇALO VIEIRA RAVASCO CAVALCANTI DE ALBUQUERQUE | | | +-7. BERNARDA MARIA DE ALBUQUERQUE | | | sp: GASPAR DE ARAÚJO | | | +-8. sem descendência | | |-5. ANTÔNIO DE VASCONCELOS CAVALCANTI | | | sp: CATARINA SOARES | | +-5. Religioso JOÃO DE HOLANDA | |-4. Capitão-Mor do Pará ANTONIO CAVALCANTI DE ALBUQUERQUE (b.Pernambuco-Brasil) | | sp: ISABEL DE GOES DE VASCONCELOS (b.Vila de Olinda-Capitania de Pernambuco m.1580) | | |-5. JERÔNIMO CAVALCANTE DE ALBUQUERQUE | | | sp: BARBARA SOARES | | | +-6. JOÃO SOARES CAVALCANTI | | | sp: ANA DE HOLANDA DE VASCONCELOS (b.Freguesia do Cabo de Santo Agostinho-Capitania de Pernambuco m.1655) | | |-5. MANUEL CAVALCANTE DE ALBUQUERQUE (Frei Manuel de Sta. Catarina) | | |-5. Frade PAULO CAVALCANTE DE ALBUQUERQUE | | |-5. FELIPPE CAVALCANTI DE ALBUQUERQUE | | | sp: MARIA DE LACERDA | | |-5. BRITES CAVALCANTE DE ALBUQUERQUE
  • 23. 23 | | |-5. ISABEL DE HOLANDA CAVALCANTI DE ALBUQUERQUE | | | sp: Capitão MANUEL GONCALVES CERQUEIRA | | | |-6. Capitão PEDRO CAVALCANTI DE ALBUQUERQUE | | | | sp: BRÁSIA MONTEIRO PESSOA | | | | +-7. ÚRSULA CAVALCANTI DE ALBUQUERQUE | | | | sp: BERNARDINO DE ARAÚJO PEREIRA (b.Portugal) | | | | +-8. Capitão de Cavalaria MANUEL DE ARAUJO CAVALCANTI | | | | sp: BRÁSIA BEZERRA CAVALCANTI DE ALBUQUERQUE | | | | |-9. MARIA DE ARAÚJO BEZERRA CAVALCANTI DE ALBUQUERQUE (d.1753) | | | | | sp: Capitão-Mor MANUEL LEITE DA SILVA (b.Ilha do Ferro- Vila de Penedo-Alagoas-Brasil d.1791) | | | | | |-10. Capitão-Mor LUIZ CAVALCANTI DE ALBUQUERQUE (b.1728 d.1780) | | | | | | sp: MARIA TEREZA DA SOLEDADE | | | | | | |-11. PONCIANO DE ARAÚJO CAVALCANTI DE ALBUQUERQUE | | | | | | | sp: ? | | | | | | |-11. FILIPE CAVALCANTI BEZERRA | | | | | | | sp: ? | | | | | | |-11. MANUEL BEZERRA CAVALCANTI (b.Garanhuns-Pernambuco) | | | | | | | sp: ANA INÁCIA DA PURIFICAÇÃO | | | | | | | |-12. MARIA BEZERRA CAVALCANTI | | | | | | | | sp: JOSÉ COELHO SERPA DE DRUMMOND (José Coelho de Albuquerque Liberal)(b.1789) | | | | | | | |-12. Padre JOÃO LUIZ BEZERRA CAVALCANTI | | | | | | | +-12. LUIZ CAVALCANTI DE ALBUQUERQUE | | | | | | |-11. ANA MARIA BEZERRA CAVALCANTI DE ALBUQUERQUE | | | | | | | sp: ? | | | | | | |-11. MARIA ROSA BEZERRA CAVALCANTI DE ALBUQUERQUE | | | | | | | sp: PEDRO CAVALCANTI DA CUNHA E ANDRADA | | | | | | | |-12. ANA ROSA CAVALCANTI | | | | | | | | sp: ANTONIO MARQUES DE SOUZA | | | | | | | | +-13. JOSÉ GOMES CAVALCANTI | | | | | | | | sp: ISABELA FRANCELINA CAVALCANTI | | | | | | | | +-14. LOURENÇO DE ANDRADE CAVALCANTI (Lourenço Tenório Cavalcanti) | | | | | | | | sp: MARIA GENEROSA (Maria Tenório Cavalcanti) | | | | | | | | +-15. ANDRÉ ALVES CAVALCANTI | | | | | | | | sp: ANÁLIA DE ALMEIDA CAVALCANTI | | | | | | | | |-16. ADALGISA CAVALCANTI | | | | | | | | | sp: Médico RUY DE BARROS CORREIA | | | | | | | | | +-17. ? | | | | | | | | |-16. ANTENOR ALVES CAVALCANTI | | | | | | | | | sp: ? | | | | | | | | +-16. ARLINDO ALVES CAVALCANTI | | | | | | | | sp: ? | | | | | | | +-12. RITA CAVALCANTE DE ANDRADA | | | | | | | sp: JOAQUIM DE OLIVEIRA MELO | | | | | | | +-13. ISABELA FRANCELINA CAVALCANTI | | | | | | | sp: JOSÉ GOMES CAVALCANTI | | | | | | | +-14. LOURENÇO DE ANDRADE CAVALCANTI (Lourenço Tenório Cavalcanti)(*Already Printed*) | | | | | | |-11. JOSÉ CAVALCANTI DE ALBUQUERQUE | | | | | | |-11. FRANCISCO BEZERRA CAVALCANTI | | | | | | | sp: COSMA BEZERRA CAVALCANTI | | | | | | |-11. LUIZA BEZERRA ALBUQUERQUE | | | | | | +-11. ÚRSULA JERÔNIMA CAVALCANTI DE ALBUQUERQUE | | | | | | sp: ANDRÉ CAVALCANTI DE ALBUQUERQUE ARCOVERDE (André Arcoverde)(b.1753 m.1777 d.1829)
  • 24. 24 | | | | | | |-12. JERÔNIMO DE ALBUQUERQUE ARCOVERDE CAMARÃO (JerônimoCavalcanti de Albuquerque Arcoverde) (b.1794 d.1843) | | | | | | | sp: TEREZA DE SIQUEIRA CAVALCANTI (m.1817) | | | | | | | |-13. JOAQUIM SEVERIANO DE ALBUQUERQUE (b.1819) | | | | | | | | sp: SINHÁ BARBALHO DE SIQUEIRA (m.(nm)) | | | | | | | | +-14. ÁLVARO BARBALHO DE SIQUEIRA BARBOSA (Álvaro Barbalho deSiqueira Cavalcanti Albuquerque) (b.1840-Olho Dágua dos Bredos d.1912-Recife) | | | | | | | | sp: MARIA DA CONCEIÇÃO TEIXEIRA (m.1821) | | | | | | | | |-15. JOÃO BARBALHO DE SIQUEIRA CAVALCANTI DE ALBUQUERQUE(b.1843-Caruarú-Pe d.1972) | | | | | | | | | sp: ANTONIETA BERNARDINO | | | | | | | | | +-16. Historiador e Genealogista NÉLSON BARBALHO | | | | | | | | |-15. JOSÉ BARBALHO DE SIQUEIRA CAVALCANTI DE ALBUQUERQUE(b.1888 d.1898) | | | | | | | | +-15. JOAQUIM BARBALHO DE SIQUEIRA CAVALCANTI DEALBUQUERQUE (b.1893-Pesqueira--Pe d.1969-Recife-Pe) | | | | | | | | sp: MARIA DO CARMO SOARES | | | | | | | | +-16. ? | | | | | | | |-13. ANTONIO FRANCISCO DE ALBUQUERQUE CAVALCANTI (Capitão Budá)(b.1822 d.1870-Recife) | | | | | | | | sp: MARCOLINA DOROTÉIA PACHECO DO COUTO (d.1903-Olinda) | | | | | | | | |-14. Cardeal JOAQUIM ARCOVERDE (Cardeal Arcoverde) | | | | | | | | |-14. TERESA ARCOVERDE | | | | | | | | | sp: ? VIANA | | | | | | | | | +-15. TERESA ARCOVERDE VIANA (b.1871-Pernambuco) | | | | | | | | | sp: JOSÉ RIBEIRO PESSOA (b.1867-Recife-Pernambuco) | | | | | | | | | +-16. RUTH RIBEIRO PESSOA (b.1893-Recife-Pe) | | | | | | | | | sp: RAUL MACIEL DA FROTA E VASCONCELOS (b.1891-Recife-Pe d.1954-São Paulo) | | | | | | | | | |-17. ROMELITA (b.1913-Recife-Pe) | | | | | | | | | |-17. Médico ROMEU RIBEIRO PESSOA DA FROTA E VASCONCELOS(b.1914-Recife-Pe) | | | | | | | | | | sp: MARIA NEYLE PINTO COSTA LIMA (b.1922-Crato m.1946) | | | | | | | | | | |-18. RAUL LIMA VASCONCELOS (b.1947-São Paulo) | | | | | | | | | | +-18. RONEY LIMA VASCONCELOS (b.1951-São Paulo) | | | | | | | | | |-17. ROMILDA DA FROTA E VASCONCELOS (b.1915-Recife-Pe) | | | | | | | | | | sp: NÉLSON MARTINS SALDANHA (m.1938) | | | | | | | | | | |-18. ANTÔNIO CARLOS DA FROTA SALDANHA (b.1942) | | | | | | | | | | |-18. MARIA APARECIDA FROTA SALDANHA (b.1945) | | | | | | | | | | +-18. MARCO ANTONIO DA FROTA SALDANHA (b.1947) | | | | | | | | | |-17. REJANE (b.1916-Recife-Pe) | | | | | | | | | |-17. RINA (b.1917-Recife-Pe) | | | | | | | | | | sp: JAYME VIEIRA PINHEIRO (b.1919-São Paulo m.1944) | | | | | | | | | | |-18. RAUL DA FROTA PINHEIRO (b.1945-São Paulo) | | | | | | | | | | |-18. JAYME VIEIRA PINHEIRO JUNIOR (b.1947-São Paulo) | | | | | | | | | | +-18. CARLOS VIEIRA PINHEIRO (b.1954-São Paulo) | | | | | | | | | |-17. RUY RIBEIRO PESSOA DA FROTA (b.1918-Recife-Pe) | | | | | | | | | | sp: MARIA CELINA JORDÃO (b.1930-São Paulo m.1952) | | | | | | | | | | |-18. RUY RIBEIRO PESSOA DA FROTA FILHO (b.1953-São Paulo) | | | | | | | | | | |-18. FERNANDO JORDÃO DA FROTA (b.1954-São Paulo) | | | | | | | | | | +-18. ANA MARIA JORDÃO DA FROTA (b.1961-São Paulo) | | | | | | | | | |-17. ROSITA RIBEIRO PESSOA DA FROTA (b.1920-Recife) | | | | | | | | | | sp: CAIO RAMALHO DA SILVA (b.1917-São Paulo m.1946) | | | | | | | | | | |-18. CELSO RAMALHO DA SILVA NETO (b.1949-São Paulo) | | | | | | | | | | |-18. ANA CAROLINA RAMALHO DA SILVA (b.1951-São Paulo) | | | | | | | | | | +-18. CAIO LUIZ RAMALHO DA SILVA (b.1952-São Paulo)
  • 25. 25| | | | | | | | | |-17. RISELDA RIBEIRO PESSOA DA FROTA (b.1927-Recife-Pe)| | | | | | | | | | sp: ROBERTO LION (b.1925-São Paulo)| | | | | | | | | | |-18. MARIA RUTH DA FROTA LION (b.1955)| | | | | | | | | | +-18. CARLOS ALBERTO DA FROTA LION (b.1958)| | | | | | | | | |-17. RISOLETA RIBEIRO PESSOA DA FROTA (b.1930-Recife-Pe)| | | | | | | | | | sp: NELSON CARRERA PÉREZ (b.1920 m.1954)| | | | | | | | | | |-18. EDUARDO DA FROTA CARRERA PÉREZ (b.1955-São Paulo)| | | | | | | | | | |-18. NELSON CARRERA PÉREZ FILHO (b.1956-São Paulo)| | | | | | | | | | |-18. RICARDO DA FROTA CARRERA PÉREZ (b.1957-São Paulo)| | | | | | | | | | +-18. MARIA TERESA DA FROTA CARRERA PÉREZ (b.1960-São Paulo)| | | | | | | | | +-17. RILDA RIBEIRO PESSOA DA FROTA (b.1934-Recife-Pe)| | | | | | | | +-14. Médico LEONARDO ARCOVERDE DE ALBUQUERQUE CAVALCANTI| | | | | | | | sp: CAROLINA DE CALDAS LINS (Dona Carol)| | | | | | | | +-15. CAROLINA DE ALBUQUERQUE CAVALCANTI| | | | | | | | sp: ARMANDO DA COSTA BRITO| | | | | | | | +-16. MARIA CAROLINA CAVALCANTI BRITO (Cotinha)| | | | | | | | sp: Desembargador ADALBERTO DO REGO MACIEL| | | | | | | | |-17. ANTONIO CARLOS| | | | | | | | | sp: ?| | | | | | | | | +-18. ?| | | | | | | | +-17. ADALBERTO| | | | | | | | sp: ?| | | | | | | | +-18. ?| | | | | | | |-13. CARLOTA DE ALBUQUERQUE CAVALCANTI (b.1818-Fazenda Fundão)| | | | | | | | sp: JOAQUIM DE SIQUEIRA BARBOSA| | | | | | | | +-14. JOÃO DE SIQUEIRA BARBOSA ARCOVERDE| | | | | | | | sp: JOAQUINA ROSA DA CUNHA PEDROSA| | | | | | | | |-15. CARLOS DE SIQUEIRA BARBOSA ARCOVERDE| | | | | | | | | sp: MARIA AUGUSTA FREIRE (b.1883)| | | | | | | | | +-16. ?| | | | | | | | |-15. MANUEL DE SIQUEIRA BARBOSA ARCOVERDE| | | | | | | | | sp: CELSA FREIRE (b.1887 d.1913)| | | | | | | | | +-16. ?| | | | | | | | |-15. Engenheiro LEONARDO DE SIQUEIRA BARBOSA ARCOVERDE| | | | | | | | | sp: LAURA LINS| | | | | | | | | +-16. ?| | | | | | | | |-15. JOAQUIM DE SIQUEIRA BARBOSA ARCOVERDE| | | | | | | | | sp: ANÍSIA LINS| | | | | | | | | +-16. ?| | | | | | | | +-15. CARLOTA DE SIQUEIRA BARBOSA ARCOVERDE| | | | | | | | sp: Engenheiro TEÓFILO JOSÉ DE FREITAS| | | | | | | |-13. JERÔNIMO DE ALBUQUERQUE CAVALCANTI (Badu) (b.1820)| | | | | | | | sp: HENRIQUETA CAVALCANTI| | | | | | | | +-14. ?| | | | | | | |-13. ANDRÉ DE ALBUQUERQUE CAVALCANTI ARCOVERDE (b.1824)| | | | | | | | sp: ?| | | | | | | | +-14. ?| | | | | | | |-13. CÂNDIDO JOSÉ DE SIQUEIRA (b.1826)| | | | | | | | sp: CAROLINA DE SIQUEIRA CAVALCANTI| | | | | | | | +-14. CAROLINA DE SIQUEIRA (Calu)| | | | | | | | sp: AUGUSTO DE ALBUQUERQUE CAVALCANTI| | | | | | | | +-15. sem sucessão| | | | | | | |-13. AUGUSTO DE ALBUQUERQUE CAVALCANTI| | | | | | | | sp: CAROLINA DE SIQUEIRA (Calu)| | | | | | | | +-14. sem sucessão (*Already Printed*)| | | | | | | |-13. ÚRSULA JERÔNIMA DE ALBUQUERQUE CAVALCANTI
  • 26. 26 | | | | | | | +-13. CLARA GUILHERMINA DE ALBUQUERQUE CAVALCANTI | | | | | | |-12. MARIA TEREZA CAVALCANTI (b.1778) | | | | | | | sp: ANTÔNIO DE SIQUEIRA BARBOSA | | | | | | |-12. SEMEÃO CORREIA DE ALBUQUERQUE (Semeão Correia Lima e Albuquerque)(b.1779 d.1835) | | | | | | | sp: MARIA CAVALCANTI | | | | | | |-12. LUIZ CAVALCANTI DE ALBUQUERQUE (b.1780) | | | | | | | sp: ? | | | | | | | +-13. Capitão JOÃO FLORENTINO CAVALCANTI DE ALBUQUERQUE | | | | | | |-12. ANDRÉ DE ALBUQUERQUE CAVALCANTI (b.1784) | | | | | | | sp: MARIA DE ALBUQUERQUE | | | | | | | +-13. ? | | | | | | |-12. FRANCISCO DE BRITO CAVALCANTI DE ALBUQUERQUE (FranciscoCavalcanti de Albuquerque) (b.1786) | | | | | | | sp: BRITES JOSEFINA CAVALCANTI DE ALBUQUERQUE | | | | | | | +-13. ? | | | | | | |-12. JOSÉ COELHO SERPA DE DRUMMOND (José Coelho de Albuquerque Liberal)(b.1789) | | | | | | | sp: MARIA BEZERRA CAVALCANTI | | | | | | |-12. LEONARDA BEZERRA CAVALCANTI DE ALBUQUERQUE (b.1790) | | | | | | | sp: JOSÉ ALVES DA SILVA | | | | | | | +-13. Coronel FRANCISCO ALVES CAVALCANTI CAMBOIM (Barão de Buíque) | | | | | | |-12. JOÃO JOSÉ DE MELO (b.1791) | | | | | | | sp: ? | | | | | | | |-13. MANUEL BEZERRA DE ARAÚJO CAVALCANTI | | | | | | | +-13. FRANCISCO BEZERRA DE ARAÚJO CAVALCANTI | | | | | | |-12. ANA DE OLIVEIRA CAVALCANTI (b.1793) | | | | | | | sp: Alferes JOÃO CAVALCANTI DE ALBUQUERQUE | | | | | | | +-13. ? | | | | | | |-12. VITÓRIA CAVALCANTI DE ALBUQUERQUE (b.1796) | | | | | | | sp: JOSÉ CAVALCANTI DE CARVALHO | | | | | | | +-13. ? | | | | | | |-12. MANUEL CAVALCANTI DE ALBUQUERQUE (b.1797) | | | | | | | sp: ? | | | | | | | +-13. ? | | | | | | +-12. MARIA DA PENHA CAVALCANTI DE ALBUQUERQUE (b.1800) | | | | | | sp: JOSÉ CAMELO PESSOA DE SIQUEIRA CAVALCANTI | | | | | | +-13. Ministro do S.T.F ANDRÉ CAVALCANTI | | | | | |-10. Capitão LEONARDO BEZERRA CAVALCANTI | | | | | | sp: CATARINA ALEXANDRINA PESSOA | | | | | | |-11. MARIA JOSÉ DE JESUS BEZERRA CAVALCANTI DE ALBUQUERQUE | | | | | | | sp: Capitão JOAQUIM INÁCIO DE SIQUEIRA (b.1765) | | | | | | | |-12. TEREZA DE SIQUEIRA CAVALCANTI | | | | | | | | sp: JERÔNIMO DE ALBUQUERQUE ARCOVERDE CAMARÃO (JerônimoCavalcanti de Albuquerque Arcoverde) (b.1794 m.1817 d.1843) | | | | | | | | |-13. JOAQUIM SEVERIANO DE ALBUQUERQUE (b.1819) (*Already Printed*) | | | | | | | | |-13. ANTONIO FRANCISCO DE ALBUQUERQUE CAVALCANTI (Capitão Budá)(b.1822 d.1870-Recife) (*Already Printed*) | | | | | | | | |-13. CARLOTA DE ALBUQUERQUE CAVALCANTI (b.1818-Fazenda Fundão)(*Already Printed*) | | | | | | | | |-13. JERÔNIMO DE ALBUQUERQUE CAVALCANTI (Badu) (b.1820) (*AlreadyPrinted*) | | | | | | | | |-13. ANDRÉ DE ALBUQUERQUE CAVALCANTI ARCOVERDE (b.1824)(*Already Printed*) | | | | | | | | |-13. CÂNDIDO JOSÉ DE SIQUEIRA (b.1826) (*Already Printed*) | | | | | | | | |-13. AUGUSTO DE ALBUQUERQUE CAVALCANTI (*Already Printed*)
  • 27. 27 | | | | | | | | |-13. ÚRSULA JERÔNIMA DE ALBUQUERQUE CAVALCANTI (*Already Printed*) | | | | | | | | +-13. CLARA GUILHERMINA DE ALBUQUERQUE CAVALCANTI (*AlreadyPrinted*) | | | | | | | |-12. PANTALEÃO DE SIQUEIRA CAVALCANTI | | | | | | | | sp: FRANCISCA CLARA DE SIQUEIRA (b.1810) | | | | | | | | |-13. ? | | | | | | | | sp: CLARA FRANCISCA DE SIQUEIRA | | | | | | | | +-13. ? | | | | | | | |-12. MANUEL DE SIQUEIRA CAVALCANTI | | | | | | | |-12. JOAQUIM CAMELO PESSOA DE SIQUEIRA CAVALCANTI | | | | | | | |-12. ANA DE SIQUEIRA CAVALCANTI | | | | | | | | sp: SALVADOR DOS SANTOS MONTEIRO | | | | | | | |-12. JOÃO DE SIQUEIRA CAVALCANTI | | | | | | | |-12. JOAQUINA DE SIQUEIRA CAVALCANTI | | | | | | | |-12. MARIA DE JESUS BEZERRA CAVALCANTI | | | | | | | |-12. ANTÔNIO DE SIQUEIRA CAVALCANTI | | | | | | | | sp: TERESA DE JESUS COELHO DE SIQUEIRA (b.1803) | | | | | | | | +-13. ? | | | | | | | |-12. MARIA DA PENHA PESSOA DE SIQUEIRA CAVALCANTI | | | | | | | |-12. LUIZ FRANCISCO PESSOA DE SIQUEIRA CAVALCANTI | | | | | | | |-12. FRANCISCO LUIZ PESSOA DE SIQUEIRA CAVALCANTI | | | | | | | | sp: ? | | | | | | | | +-13. DULCE PESSOA | | | | | | | | sp: AMÉRICO JOSÉ PEREIRA DE BRITO | | | | | | | |-12. Coronel LEONARDO BEZERRA DE SIQUEIRA CAVALCANTI (d.1891) | | | | | | | | sp: MARIA BENEDITA COELHO DE SIQUEIRA (b.1807) | | | | | | | | +-13. ? | | | | | | | |-12. LOURENÇO BEZERRA DE SIQUEIRA CAVALCANTI | | | | | | | | sp: ANA CLARA DE SIQUEIRA (b.1802) | | | | | | | | +-13. Baronesa de Buíque ANA OLÍMPIA DE SIQUEIRA | | | | | | | |-12. CATARINA DE ALEXANDRIA PESSOA DE SIQUEIRA CAVALCANTI | | | | | | | |-12. INÁCIO CAMELO PESSOA DE SIQUEIRA CAVALCANTI | | | | | | | |-12. ISIDORO CAMELO PESSOA DE SIQUEIRA CAVALCANTI | | | | | | | | sp: RITA FRANCISCA DE SIQUEIRA (Rita Clara de Siqueira) (b.1813) | | | | | | | | +-13. ? | | | | | | | |-12. FRANCISCO LINS DA ROCHA PESSOA DE SIQUEIRA CAVALCANTI | | | | | | | |-12. LUIZA LINS DA ROCHA WANDERLEY | | | | | | | +-12. JOSÉ CAMELO PESSOA DE SIQUEIRA CAVALCANTI | | | | | | | sp: MARIA DA PENHA CAVALCANTI DE ALBUQUERQUE (b.1800) | | | | | | | +-13. Ministro do S.T.F ANDRÉ CAVALCANTI (*Already Printed*) | | | | | | |-11. JOSÉ CAMELO PESSOA DE SÁ CAVALCANTI | | | | | | | sp: ? | | | | | | |-11. MANUEL CAMELO PESSOA DE SÁ CAVALCANTI | | | | | | | sp: ? | | | | | | |-11. TOMÁS DE AQUINO CAVALCANTI WANDERLEY | | | | | | | sp: ? | | | | | | |-11. FRANCISCO DE SÁ CAVALCANTI | | | | | | |-11. LEONARDO BEZERRA CAVALCANTI | | | | | | | sp: ? | | | | | | |-11. LUIZA LINS DA ROCHA WANDERLEY | | | | | | | sp: ? | | | | | | +-11. ANA LINS DA ROCHA WANDERLEY | | | | | |-10. Capitão MANUEL LEITE DA SILVA CAVALCANTI (Manuel Leite Cavalcanti) | | | | | | sp: MARIA FILIPA CAVALCANTI (b.Pernambuco) | | | | | | |-11. MARIA CAVALCANTI
  • 28. 28 | | | | | | | sp: SEMEÃO CORREIA DE ALBUQUERQUE (Semeão Correia Lima e Albuquerque)(b.1779 d.1835) | | | | | | +-11. MANUELA CAVALCANTI DE ALBUQUERQUE | | | | | | sp: MANUEL TENÓRIO ALBUQUERQUE | | | | | | +-12. LUZIA CAVALCANTI DE ALBUQUERQUE | | | | | | sp: MANUEL MARTINS DOS SANTOS | | | | | | +-13. SEBASTIANA DE ALBUQUERQUE CAVALCANTI | | | | | | sp: FRANCISCO RODRIGUES LINS SOARES | | | | | |-10. Capitão LOURENÇO BEZERRA CAVALCANTI | | | | | | sp: ANA JOAQUINA CAVALCANTI | | | | | | +-11. LOURENÇO BEZERRA CAVALCANTI DE ALBUQUERQUE | | | | | | sp: JOSEFA FLORENTINA DE ALBUQUERQUE MARANHÃO | | | | | | +-12. LOURENÇO CAVALCANTI DE ALBUQUERQUE MARANHÃO (Barão deAtalaia) (b.Águas Belas - Pernambuco d.1867-Cantagalo - Província do Rio de Janeiro) | | | | | | sp: ANA LUÍZA VIEIRA DE SINIMBU (d.1876-Maceió-Alagoas) | | | | | | |-13. FRANCISCA CAVALCANTI DE ALBUQUERQUE MARANHÃO (b.1844-Maceió-Alagoas) | | | | | | | sp: Bacharel em Direito LOURENÇO CAVALCANTI DE ALBUQUERQUE (b.1842-Águas Belas - Pe d.1918-Rio de Janeiro - D.F) | | | | | | | |-14. CARLOS CAVALCANTI DE ALBUQUERQUE | | | | | | | |-14. CLOTILDE CAVALCANTI DE ALBUQUERQUE | | | | | | | |-14. AFONSO CAVALCANTI DE ALBUQUERQUE | | | | | | | +-14. LOURENÇO CAVALCANTI DE ALBUQUERQUE | | | | | | +-13. ADELAIDE CAVALCANTI DE ALBUQUERQUE MARANHÃO | | | | | | sp: Médico BENJAMIM FRANKLIN DA ROCHA VIEIRA | | | | | |-10. BRÁSIA CAVALCANTI BEZERRA | | | | | | sp: FÉLIX DA COSTA MONTEIRO (d.1834) | | | | | |-10. BENTO LEITE CAVALCANTI | | | | | | sp: ? | | | | | |-10. Capitão SEBASTIÃO BEZERRA CAVALCANTI DE ALBUQUERQUE | | | | | +-10. INOCÊNCIA DA SILVA CAVALCANTI (b.1726) | | | | | sp: Coronel TEOTÔNIO MONTEIRO DA ROCHA | | | | | |-11. ANA TERESA DA SOLEDADE | | | | | | sp: JOÃO VELHO DE OLIVEIRA | | | | | | |-12. JOAQUIM DE OLIVEIRA MELO | | | | | | | sp: RITA CAVALCANTE DE ANDRADA | | | | | | | +-13. ISABELA FRANCELINA CAVALCANTI (*Already Printed*) | | | | | | +-12. JOÃO DE OLIVEIRA MELO | | | | | | sp: ISABEL DE MELO CAVALCANTI | | | | | | +-13. ANTONIO JOSÉ DE OLIVEIRA MELO | | | | | | sp: GALDINA HERCULINA DE ALMEIDA | | | | | | +-14. MARIA DE ALMEIDA | | | | | | sp: RAIMUNDO DE MELO CAVALCANTI | | | | | | +-15. ANÁLIA DE ALMEIDA CAVALCANTI | | | | | | sp: ANDRÉ ALVES CAVALCANTI | | | | | | |-16. ADALGISA CAVALCANTI (*Already Printed*) | | | | | | |-16. ANTENOR ALVES CAVALCANTI (*Already Printed*) | | | | | | +-16. ARLINDO ALVES CAVALCANTI (*Already Printed*) | | | | | +-11. FRANCISCO BENTO MONTEIRO | | | | | sp: MARIA JOAQUINA DE ARAÚJO CAVALCANTI | | | | | +-12. SALVADOR DOS SANTOS MONTEIRO | | | | | sp: ANA DE SIQUEIRA CAVALCANTI | | | | +-9. Padre MANUEL DE ARAÚJO CAVALCANTI | | | +-6. ANTONIO CAVALCANTI DE ALBUQUERQUE (O da Guerra) (b.Olinda-Pernambuco-Brasild.1645) | | | sp: MARGARIDA DE SOUZA
  • 29. 29 | | | +-7. JOÃO CAVALCANTI DE ALBUQUERQUE (do Engenho de Santana) | | | sp: MARIA PESSOA | | | +-8. LUZIA MARGARIDA CAVALCANTI DE ALBUQUERQUE | | | sp: MATIAS FERREIRA DE SOUZA (senhor dos Engenhos Anjo e Patorra) | | | +-9. Coronel e Capitão-Mor JOÃO CAVALCANTI DE ALBUQUERQUE | | | sp: LEONOR SERAFINA CAVALCANTI | | | +-10. JOSÉ CAVALCANTI DE ALBUQUERQUE | | | sp: FRANCISCA DE ASSIS CAVALCANTI | | | +-11. ÁLVARO BARBALHO UCHOA CAVALCANTI (b.1818) | | | sp: ANA RITA MAURÍCIA WANDERLEY | | | +-12. Juiz de Direito LUIZ BARBALHO UCHOA CAVALCANTI | | | sp: RITA PEREGRINA CAVALCANTI DE ALBUQUERQUE | | | +-13. Capelão da F.E.B JOÃO BARBALHO UCHOA CAVALCANTI | | |-5. Religiosa MARIA CAVALCANTE DE ALBUQUERQUE | | |-5. Religiosa ÚRSULA CAVALCANTE DE ALBUQUERQUE | | +-5. Religiosa PAULA CAVALCANTE DE ALBUQUERQUE | |-4. GENEBRA CAVALCANTI | | sp: FELIPE DE MOURA (b.Lisboa-Portugal) | | |-5. PAULO DE MOURA (b.1574-Olinda-Pernambuco d.1620) | | | sp: BRITES DE MELO | | | +-6. uma menina | | +-5. FRANCISCO DE MOURA ROLIM (b.1580-Oliinda-Pernambuco-Brasil) | |-4. Governador de Cabo Verde LOURENÇO CAVALCANTI DE ALBUQUERQUE | +-4. MARGARIDA CAVALCANTI DE ALBUQUERQUE | sp: JOÃO GOMES DE MELO | +-5. ANDRÉ GOMES DE MELO | sp: JOANA DE GOES (d.1641) | |-6. uma menina (d.) | +-6. MARIA DE GOES +-2. RODRIGO CAVALCANTI-------------------------------------------------------------------------------------------------------------- Árvore elaborada utilizando o Programa Ancestry Family Tree--------------------------------------------------------------------------------------------------------------
  • 30. 30 Bibliografia* AMARAL, Alberto - Para a História de Sobral - Rio de Janeiro 1951.* ARAGÃO, Jarbas Cavalcante de - Os Ximenes de Aragão no Ceará-Rio de Janeiro, 1969- Editora Laudes.* ARAÚJO, Pe. Fco. Sadoc de - História Religiosa de Guaraciaba do Norte, Fortaleza,1988.* ARAÚJO, Pe. Fco. Sadoc de - Raízes Portuguesas do Vale do Acaraú - Fortaleza, 1991,Gráfica Editorial Cearense Ltda.* ARAÚJO LIMA,Francisco Augusto de, FAMÍLIAS CEARENSES, Fortaleza-Ceará-Editora Premius- 2001.* ARAÚJO LIMA, Francisco Augusto de-"Famílias Cearenses", Fortaleza, Ceará, 2001.* ARAÚJO, Cônego Fco. Sadoc de - Cronologia Sobralense (volumes I,II,III,IV e V).Sobral, Imprensa Universitária - UVA, 1978,1979,1983,1985,1990;* ARRUDA, Fco. de Assis V. - Genealogia Sobralense - Os Gomes Parente - IOCE,Fortaleza, 1989 - volume II - tomo I.* ARRUDA, Fco. de Assis V. - Genealogia Sobralense - Os Arrudas - Segunda Edição,Fortaleza, IOCE, 1987.* ARRUDA, Francisco de Assis Vasconcelos - GENEALOGIA SOBRALENSE-"OSGOMES PARENTE": VOLUME II - TOMO 1,VOLUME II-TOMO II, VOLUME II-TOMO III, VOLUME II-TOMO IV;* BARBALHO DE SIQUEIRA, Nélson - Cronologia Pernambucana-Subsídios para aHistória do Agreste e do Sertão , Volumes 1 a ....- Recife-Pe, 1982 ;* BARROSO, F. Andrade. - OS ANDRADES - De Goiana a Maranguape - 8 Gerações -Fortaleza 1990;*BARROS, Luiz- História de Viçosa do Ceará, Fortaleza, 1980;* BEZERRA, Ademar Mendes – Memorial do Centenário de João Bezerra de Menezes –Fortaleza, 1996.* BRAGA, Zaqueu de Almeida - Esboço Genealógico dos Nogueiras - Fortaleza, 1982 -Editora Henriqueta Galeno.* CASCUDO,Luis da Câmara - Notas e Documentos para a História de Mossoró - ColeçãoMossoroense, Série C, Volume 11(Reedição).* COSTA, F. A. Pereira da - Dicionário Biográfico de Pernambucanos Ilustres* CAVALCANTE,Arnaud de Holanda - "Sociedade Sobralense-Vultos em Destaque"-Imprensa Oficial do Município, Sobral-Ceará, 2004.* EDUARDO DE CASTRO B. NETO, VINÍCIUS B. LEAL e RDO. TELES PINHEIRO -Os Bezerra de Menezes (Do Riacho do Sangue, da Zona Norte e do Carirí) - TipografiaMinerva, Fortaleza-Ceará, 1982.
  • 31. 31* ESCÓSSIA, Lauro da - CRONOLOGIAS MOSSOROENSES-Mossoró, Fundação JoséAugusto, 1981;* FONTENELE, Antonio Batista - A MARCHA DO TEMPO-OS FONTENELE-FORTALEZA-CEARÁ-1981;* FONTENELE, Batista – Genealogia: A Familia Fontenele, Almanaque do Ceará – 1952;* FROTA, Dom José Tupinambá da - História de Sobral, 3a Edição, Fortaleza, Ceará, 1995- IOCE.* GENTIL, Pe. José da Frota - Os Frotas , Rio, 1967.* GIRÃO, Raimundo - Famílias de Fortaleza - Fortaleza, Ce, 1975.* GIRÃO, Raimundo / MARTINS FILHO, Antonio - O Ceará - 3a edição; Fortaleza,Ceará, Editora Instituto do Ceará, 1966.* GIRÃO, Raimundo -REVISTA DO INSTITUTO DO CEARÁ-ANO DE 1966-"MONTES. MACHADOS. GIRÕES"-III;* GIRÃO, Raimundo- REVISTA DO INSTITUTO DO CEARÁ-ANO DE 1972- "OABRAÃO DO JAGUARIBE";* GIRÃO, Raimundo - REVISTA DO INSTITUTO DO CEARÁ-ANO DE 1973- "OABRAÃO DO JAGUARIBE- CONT.";* LIMA, Raimundo Raul Correia Lima - Crateús(dos indios caratiús ao homem civilizado)-As Origens da Família Correia Lima e outras, Fortaleza-Ce; IOCE-1970;* LIMA, Francisco Augusto de Araújo, SOARES E ARAÚJOS DO VALE DO ACARAÚ,Fortaleza, 1989.* LINHARES, Mário - Os Linhares, 2.a Edição - Rio de Janeiro, 1954.* LIRA, João Mendes, Pe - Subsídios para a História Eclesiástica e Política do Ceará - Riode Janeiro, 1984.* MACEDO, Dimas, Lavrenses Ilustres- Fortaleza, 1980.* MACEDO, Nertan- O Clã de Santa Quitéria -* GLÓRIA GIOVANA SABOIA GIRÃO / MARIA NORMA MAIA SOARES - Sobral:História e Vida - Sobral, Edições UVA, 1997.* MARTINS, Vicente, Mons. - Homens e Vultos de Sobral - segunda edição - Fortaleza,1989 - Universidade Federal do Ceará.* MESQUITA, J. Helder de – João Pinto de Mesquita, o Patriarca de Jacurutu, Fortaleza,Ceará, 2003;* PAULA PESSOA, Amílcar - HISTÓRIAS E CRÔNICAS DE MEU PAI - U.F.C -Fortaleza-Ce, 1997;*PESSOA, Gal. Wicar Parente de Paula Pessoa, Família Barbosa Cordeiro, AnotaçõesGenealógicas inéditas(não publicadas) que nos foram gentilmente cedidas por DeniseTostes;* PONTE, José Fernando da -REVISTA DO INSTITUTO DO CEARÁ-ANO DE 1972-"FAMÍLIAS ENDOGÂMICAS DO VALE DO ACARAÚ”;* RIBEIRO, Valdir Uchoa - Genealogia da Família Barreira -, Fortaleza Premius Editora,1999.* ROSADO, Vingt-un - Sobralenses na História de Mossoró - Coleção Mossoroense, vol.CDXXVIII, 1988.* SABOIA, Pires - Lembranças de um Advogado - Fatorama, Brasília, 1997.* SANFORD,Paulo de Almeida - A Família Sanford no Ceará - 1985.* SANTOS, Ana Pessoa dos Santos -
  • 32. 32* STUDART, Guilherme Studart, Diccionario Bio-Bibliographico Cearense de1910,1913,1915- Imprensa Universitária da UFC - 1980.* STUDART, Barão de, Datas e Factos para a História do Ceará, . Edição fac-similar -Fortaleza : Fundação Waldemar Alcântara, 2001; Tomo I(1603-1822), Tomo II(1822-1889)e Tomo III(1889-1924).* TORRES, Ismar de Mello -Geneagrafia dos Mellos e Histórico de Cratheus.* TORRES, Ismar de Mello -Geneagrafia dos Torres, 1a Edição, 1997.* ROCHA FILHO, Almino - "....E NÓS, QUEM SOMOS?...."- Sobral- Ceará.Sites Interessantes que versam sobre as famílias Cavalcanti(e) e Albuquerque e outrasfamilias:http://familytrees.genopro.com/343205/do-Rei-ao-Adao/http://www.geneall.net/P/per_page.php?id=47948http://www.araujo.eti.br/default.as
  • fonte: http://www.slideshare.net



sexta-feira, 20 de setembro de 2013

Origem da Família Cavalcanti: a saga da maior família do Brasil

Como o casamento entre um nobre florentino e uma mameluca pernambucana deu origem ao poderoso clã dos Cavalcantis, a maior família do país

Milhares de turistas brasileiros que visitam Florença para conhecer sua famosa catedral ou admirar as obras da Renascença na Galeria Uffizi não costumam prestar atenção na placa de rua da Via Porta Rossa, uma pequena travessa da Via dei Calzaiuoli – essa, sim, conhecida, por causa de suas lojas, como a mais animada da cidade. Logo abaixo da placa de mármore da Via Porta Rossa, há outra menor, indicando que a rua já foi chamada de Via Cavalcanti, nome de uma tradicional família florentina cujos antepassados enriqueceram com o comércio e, entre os séculos 11 e 16, ocuparam postos importantes na cidade. Dentre os Cavalcantis de Florença, o que ficou mais conhecido foi o poeta Guido Cavalcanti, amigo de Dante Alighieri, que não apenas lhe dedicou um soneto como também citou a família na Divina Comédia (ainda que tenha colocado os Cavalcantis no inferno, assim como a maioria das famílias ricas de Florença). Após o século 16, contudo, o sobrenome Cavalcanti entrou em declínio na Europa e hoje é difícil encontrá-lo na cidade italiana. Em compensação, quando o jovem florentino Filippo Cavalcanti decidiu atravessar o Atlântico em algum momento da década de 1560 para operar engenhos de açúcar em Pernambuco, ele fundou, sem saber, aquela que hoje é considerada a maior família brasileira.
Maior família brasileira? Mas esse posto não deveria pertencer aos brasileiríssimos “Silva”? “Na verdade, o sobrenome Silva é mais numeroso, mas os Silvas são oriundos de famílias diferentes, enquanto os Cavalcantis descendem todos do mesmo ancestral”, afirma Carlos Barata, autor do Dicionário das Famílias Brasileiras e presidente do Colégio Brasileiro de Genealogia.
Ele concluiu que a família Cavalcanti (ou Cavalcante, a variante aportuguesada) é a maior do país após pesquisar por mais de dez anos os descendentes das primeiras famílias a chegar ao Brasil. “Tomei como ponto de partida as famílias brasileiras no início da colonização e identifiquei o número de descendentes por volta do século 17”, diz o genealogista. “Nesse período, os descendentes de Filippo Cavalcanti já apareciam às centenas, numa expansão impressionante.” Mas, afinal, qual a origem de Filippo Cavalcanti e o que o teria feito trocar Florença, uma das cidades mais ricas do mundo, pela distante Pernambuco?
Se hoje os consumidores aguardam com ansiedade por um novo lançamento da Apple, no século 16 boa parte do mundo desejava os produtos importados por Florença. Centro artístico e financeiro do planeta, as casas de comércio da cidade tinham sucursais espalhadas pelas principais capitais europeias, de onde negociavam artigos de luxo, como tecidos caros, obras de arte de grandes artistas da Renascença.
E, especialmente, faziam empréstimos e outras transações financeiras que deram origem aos bancos modernos. Uma dessas casas florentinas que operam em Londres, a Bardi e Cavalcanti, era comandada pelo pai de Filippo, Giovanni Cavalcanti, e tinha como principal cliente o próprio rei da Inglaterra. Além de famoso pelos 6 casamentos, Henrique 8º era músico e poeta. Enfim, um monarca de gosto refinado e ávido por trazer à sua corte um pouco do esplendor artístico das cidades italianas. Para isso, contava com Giovanni, que mantinha correspondência com gente como Michelângelo e é citado pelo primeiro biógrafo dos artistas italianos, Giorgio Vasari, no livro As Vidas dos Artistas, pela encomenda de uma obra do pintor Rosso Fiorentino. Recentemente, o pesquisador Marcelo Bezerra Cavalcanti, coautor do livro Os Cavalcantis: na Itália, no Brasil, encontrou num arquivo de Florença uma carta de Henrique 8º endereçada a Giovanni em solidariedade a um confisco de bens de que sua casa comercial fora alvo em Florença.
Mas, se a vida de Giovanni Cavalcanti é relativamente bem conhecida, as razões que trouxeram seu filho Filippo ao Brasil permanecem vagas. Sabe-se que em 1558 ele se encontrava em Lisboa quando pediu uma Certidão de Nobreza ao duque Cosimo de Medici, que respondeu atestando que os Cavalcantis em Florença “resplandecem com singular nobreza e luzimento”. Enfim, uma carta de recomendação importante em um tempo em que a linhagem familiar valia bem mais para o mundo dos negócios do que hoje vale um MBA de Harvard. Até agora, há duas hipóteses sobre a viagem do jovem Filippo ao Brasil – e não necessariamente excludentes. A primeira, clara, era o interesse no comércio de açúcar, que apesar da recente expansão de produção ainda era considerado um artigo de luxo na Europa. O historiador Sérgio Buarque de Holanda, após viver dois anos na Itália na década de 1950, ensinando na Universidade de Roma, escreveu um artigo sobre os projetos de colonização e comércio toscanos no Brasil durante o tempo do grão-duque Fernando I (1587-1609), mostrando como a costa brasileira já estava na mira dos italianos há tempos. Antes mesmo de o Nordeste se tornar uma potência mundial na produção do açúcar, o interesse comercial dos italianos nas técnicas de plantio, produção e refino fez com que muitos viajassem para as ilhas portuguesas no Atlântico, que serviram de modelo para a futura colonização do Nordeste. Assim como fariam mais tarde os holandeses, comerciantes de Gênova, Florença e Veneza eram especialistas na importação desses artigos do Novo Mundo para reexportá-los com boa margem de lucro para o resto da Europa.
Além do interesse no açúcar, outro motivo que pode ter trazido Filippo ao Brasil foi buscar refúgio das sanguinolentas disputas de poder em Florença, descritas pela primeira vez com realismo anos antes por Nicolau Maquiavel. No lugar de um poder central forte nas mãos de um monarca, a exemplo de outros nascentes Estados europeus, como Portugal, França e Espanha, o poder na instável República Florentina só era alcançado por meio de conchavos e arranjos políticos bancados pelas famílias mais ricas da cidade. Em meio a esse sistema de rodízio de mando, nem mesmo a toda-poderosa família Medici estava livre de golpes, conspirações e tentativas de assassinato, que ocorriam em qualquer lugar. Em 1478, por exemplo, o jovem Juliano de Medici foi assassinado em plena catedral de Florença, alvo de um atentado planejado pela família Pazzi – que também pretendia matar o irmão de Juliano, Lorenzo de Medici, que se salvou ao conseguiu se esconder na sacristia. Em 1559, ano em que Filippo Cavalcanti já estava em Lisboa, outra conspiração contra os Medicis, desta vez para assassinar o grão-duque Cosimo 1º, foi descoberta a tempo.
Conhecida como conspiração Pandolfo Pucci (pelo membro da família Pucci que tomou parte e foi condenado à morte), o planejamento teria contado com participantes de outras famílias, incluindo Bartolomeu Cavalcanti, parente de Filippo. “Ainda que Filippo Cavalcanti não tenha tido nenhuma ligação com o atentado, era prudente que permanecesse longe de Florença”, diz a historiadora Rosa Sampaio Torres, que estuda as ligações dos clã com os movimentos políticos da época. Segundo a historiadora, a trajetória republicana dos Cavalcantis em Florença teria influenciado os movimentos de inconformismo político que marcariam Pernambuco nos séculos seguintes, por exemplo.
Motivações políticas à parte, o fato é que, no Brasil, Filippo Cavalcanti tratou logo de arranjar uma noiva para se associar às famílias importantes da região. E a jovem Catarina de Albuquerque preenchia tais requisitos. Filha do português Jerônimo de Albuquerque (cunhado de Duarte Coelho, donatário de Pernambuco) com a índia Tabira, Catarina era uma legítima mameluca brasileira. Conta a história que sua mãe salvou Jerônimo de ser morto pelos tabajaras após o capitão português ser atingido em um dos olhos por uma flecha. Ao casar com a índia, Jerônimo selou a paz com os índios e batizou a esposa com o nome cristão de Maria do Espírito Santo Arcoverde. Com seu casamento, Filippo Cavalcanti não apenas ingressou na família dos donatários portugueses, como também definiu um dos padrões genéticos das famílias brasileiras, segundo pesquisas da Universidade Federal de Minas Gerais, pelas quais 90% dos brasileiros tinham genes europeus do lado paterno e 60%, genes ameríndios ou africanos por parte de mãe.
No total, Catarina e Filippo tiveram 11 filhos (foram 12, mas o primogênito morreu na infância). Um bom número de descendentes, mas não anormal para a época. O sogro de Filippo, Jerônimo de Albuquerque, teve 24 filhos, o que lhe valeu o apelido de Adão Pernambucano. Apesar de a prole de Jerônimo de Albuquerque ser maior do que a do genro, por algum motivo o sobrenome Cavalcanti aparece em maior quantidade nas gerações seguintes”, diz o genealogista Fábio Arruda de Lima, há mais de dez anos dedicado a pesquisar a origem dos sobrenomes de famílias nordestinas por meio dos engenhos da região.
Para o genealogista Lima, o sobrenome pode ter se espalhado graças a um reforço feminino. “Muitas mulheres preservaram o sobrenome associado ao do marido, formando relações entre os Cavalcantis e outras famílias importantes, com ramos como Holanda Cavalcanti, Albuquerque Cavalcanti e Acioli Cavalcanti, por exemplo.”
Desde que Fillipo recebeu a doação em 1572 de uma sesmaria para montar o primeiro dos 3 engenhos que viria a ter em Pernambuco, os Cavalcantis se expandiram ligados à açucarocracia local, tendo seus engenhos mais tarde descritos nos relatórios da Companhia das Índias Ocidentais, durante o período da invasão holandesa no Nordeste (1630-1654). A tradição perdurou até o século 19, quando um dos ramos da família em Pernambuco passou a ocupar cargos no Império.
É o caso, por exemplo, dos Cavalcanti de Albuquerque, que por mais de uma vez foram presidentes de Pernambuco (o equivalente ao atual cargo de governador), ocuparam cadeiras na Câmara, no Senado e em ministérios importantes de dom Pedro 2º, como o da fazenda e da guerra, e receberam do imperador o título de visconde. De tanto poder, surgiu nesse período uma estrofe que circulava na região: “Quem nasceu em Pernambuco, há de estar desenganado: ou se é um Cavalcanti ou se é um cavalgado”. Quando, na virada do século 19 para o 20, as plantações de café no Sudeste sobrepujaram as de açúcar no Nordeste, os Cavalcantis já haviam se espalhado por todo o país. No momento em que a presença italiana atingiu o apogeu por aqui, quase mais ninguém associava os Cavalcantis ao florentino que, no século 16, saiu da Toscana para fundar engenhos em Pernambuco. Diferentemente dos recém-imigrados da Itália, os Cavalcantis já tinham mais de três séculos de presença no Brasil. Não é à toa que, mesmo quem não tem o sobrenome Cavalcanti pode ser descendente de Filippo. Alguns exemplos: o compositor Chico Buarque de Holanda (descendente dos Holanda Cavalcanti), o escritor Ariano Suassuna (Suassuna foi o nome de um engenho dos Cavalcantis) e o jurista Evandro Lins e Silva. Todos, por sua vez, são primos distantes de PC (Cavalcanti) Farias, do comediante Tom Cavalcante e de outros milhões que tornaram os Cavalcantis uma família brasileiríssima, com ou sem Silva.

O BRASÃO
O brasão original, florentino, era prateado com cruzetas vermelhas. No Brasil, o escudo foi incrementado com outros padrões, como o leão rampante, duas flores-de-lis (um símbolo da origem nobre da família), um elmo de prata com um hipogrifo – criatura lendária com corpo de égua e cabeça de águia.

O POETA
Guido (1255-1300), o mais famoso Cavalcanti florentino, foi amigo de Dante Alighieri, poeta e político célebre.

Saiba Mais
LIVRO
Os Cavalcantis, Cássia Albuquerque, Fábio Arruda de Lima, Marcelo Bezerra Cavalcanti e Francisco Antonio Doria, Edições do Jardim da Casa, 2011





armas armas do Visconde de Albuquerque e dos Cavalcanti de Albuquerque

VISCONDE DE ALBUQUERQUE
1 - O Visconde com grandeza de ALBUQUERQUE foi Antonio Francisco de Paula Hollanda Cavalcanti de Albuquerque, que nasceu em PE em 21 de Agosto de 1797. Faleceu no RJ em 14 de Abril de 1863. Era filho do Capitão-Mor Francisco de Paula Cavalcanti de Albuquerque e de Maria Rita de Albuquerque Mello; neto paterno do Coronel Francisco Xavier Cavalcanti de Albuquerque e materno do Tenente-Coronel Antonio de Hollanda Cavalcanti de Albuquerque e de Maria Manuela de Mello. Casou com Emilia Cavalcanti de Albuquerque, filha do Conselheiro Senador Manuel Caetano de Almeida e Albuquerque e de Emilia Amália de Albuquerque. Sentou praça aos dez anos como cadete sendo promovido mais tarde a Tenente-Coronel, posto em que foi reformado. Foi lente da Escola Real de Pelotas. Deputado por sua província na 1ª legislatura de 1826 a 1829, na 2ª e 3ª de 1830 a 1837. Senador em 1838.Ministro da Fazenda do 8º gabinete de 1829 , da mesma pasta no 9º de 1831, do Império e da Fazenda no 2º de 1832, da Regência Permanente; da Marinha no 1º gabinete de 1840 e no 4º de 1844,da Fazenda e Marinha no 6º de 1846 e finalmente da Fazenda no 18º gabinete de 1862. Era conselheiro de Estado extraordinário e ordinário em 1850;do gabinete de SM,Gentil-Homem da Imperial Câmara,Dignitário da Ordem do Cruzeiro e Cavaleiro de Cristo.
Colaborador:
Pedro Auler - foto do Visconde. Fonte: "A Grande Politica - Balanço do Imperio no Reinado Actual - Liberaes e Conservadores - estudo politico-financeiro", Tito Franco d'Almeida (Rio de Janeiro: Imperial Instituto Artistico, 1877).
BARÃO DE ALBUQUERQUE
2 - O barão de ALBUQUERQUE foi Manuel Arthur de Hollanda Cavalcanti de Albuquerque. Era filho de Antonio Francisco de Paula e HollandaCavalcanti de Albuquerque, visconde com grandeza, acima descrito, Bacharel em direito, foi Deputado Geral pela província de PE na 15ª legislatura de 1872-1875 e na 16ª de 1878. Moço Fidalgo com exercício na Casa Imperial e Cavaleiro da Real Ordem de N.S. da Conceição de Vila Viçosa de Portugal.Cavaleiro da Casa Imperial e da Legião de Honra.
VISCONDE E BARÃO DE CAMARAGIBE
3 -O barão e visconde com grandeza de CAMARAGIBE foi Pedro Francisco de Paula Cavalcanti de Albuquerque que nasceu no município de Jaboatão,em Pernambuco a 19 de Abril de 1806 e faleceu em Camaragibe, PE a 02 de Dezembro de 1875.
Filho do capitão-mor Francisco de Paula Cavalcanti de Albuquerque e de Maria Rita de Albuquerque Mello, que eram também pais dos viscondes de Suassuna, do visconde de Albuquerque e do barão de Muribeca.
Fez o curso de humanidades em PE, estudou dois anos na Universidade de Coimbra e seguiu o curso da Universidade de Gottingen na Alemanha, onde doutorou-se em 1827, Voltando ao Brasil foi nomeado lente da Academia de SP em 1829 e depois da Academia de Olinda em 1830, onde regeu a cadeira de Direito Civil, Diretor da Faculdade de Direito do Recife, jubilou-se em 1875, resignando a percepção dos honorários a que tinha direito.Presidiu a Província de PE em 1859, tendo sido seu Vice-Presidente em 1844. Deputado Provincial diversas vezes, sempre eleito Presidente da Câmara; foi Deputado a Assembléia Geral em seis legislaturas tendo presidido a Câmara diversas vezes. Senador por sua Província, nomeado em 1869, era do Conselho de S.Magestade, Grande do Império, Fidalgo Cavaleiro da Casa Imperial, Gra-Cruz da I.Ordem de Cristo, Comendador da Ordem de N.S. da Conceição de Vila Viçosa de Portugal.
BARÃO E BARONESA DE ABIAÍ
4 -O barão de ABIHAY foi Silvino Elvídio Carneiro da Cunha.Natural da província da Paraíba, onde nasceu em 31 de Agosto de 1831 e faleceu a bordo do vapor Olinda, pouco depois de chegar em Recife, em 8 de Abril de 1892. Era filho de Manuel Florentino Carneiro da Cunha. Bacharel em direito pela Faculdade de Olinda em 1853. Foi Presidente das províncias do Maranhão, do Rio Grande do Norte, da Paraíba e de Sergipe. Inspetor da Alfândega da Paraíba, Deputado Provincial desde 1855 até 1870 na Província da Paraíba do Norte. Delegado de Polícia, Promotor Público e Secretário do Governo, foi também Diretor da instrução Pública e Procurador Fiscal da Fazenda, nessa província. Foi Inspetor das Alfândegas da Paraíba de Manaus e do Maranhão. Era membro do IHGB de Pernambuco, Oficial do Mérito Agrícola e da Legião de Honra da França e Comendador da Imperial Ordem da Rosa e da de Cristo.Era Fidalgo Cavaleiro da Casa Imperial.
Silvino Elpídio Carneiro da Cunha - agraciado com o título (Dec 03.08.1888) de Barão de Abiahy , Abiaí na moderna grafia. Foi casado com Adelina BezerraCavalcanti de Albuquerque, Baronesa de Abiaí, nascida em 1850, "moça de rara beleza, e de rara cultura: pianista e poliglota. Gastou a vida fazendo caridade" .

Colaboradora: Regina Cascão - Fonte: "Genealogia dos Albuquerques e Cavalcantis", de Adalzira Bettencourt.
VISCONDE E BARÃO DE BOA VISTA
5 - O 1º barão com grandeza, visconde com grandeza e conde de BOA VISTA, foi Francisco do Rego Barros. Ele nasceu no Engenho do Trapiche no cabo de S.Agostinho em Pernambuco em 4 de Fevereiro de 1802 e faleceu em Pernambuco em 4 de Outubro de 1870. Foi filho do Coronel Francisco do Rego Barros, fidalgo Cavaleiro, coronel de Milícias e de sua mulher D.Mariana Francisca de Paula Cavalcanti de Albuquerque. Neto paterno de Sebastião Antonio de Barros e Mello, fidalgo Cavaleiro e Professo na Ordem de Cristo e de sua mulher Maria de Albuquerque e Mello e materno do coronel Francisco Xavier Cavalcanti e de sua mulher Felippa Cavalcanti de Albuquerque. Era irmão do barão de IPOJUCA, João do Rego Barros. Casou-se com Ana Maria Cavalcanti do Rego Barros. Foi bacharel em Matemáticas pela Universidade de Paris, foi brigadeiro do Exercito, Deputado a Assembléia Geral por Pernambuco na 2,3,4,5,6 e oitava legislaturas de 1830 a 1852. Senador por essa Província em 1850. presidente da mesma duas vezes de 1837 a 1841 e de 1841 a 1844, foi também Presidente da Província.do RS em 1865 e seu Comandante das Armas. Grande do Império, Vereador de S.M. a Imperatriz, Fidalgo Cavaleiro da Casa Imperial, Dignitário da I.Ordem do Cruzeiro, Cavaleiro da I.Ordem da Rosa, de S.Bento de Aviz, Comendador da Real Ordem de Cristo de Portugal, membro do IHGB.
BARÃO DE BUIQUE
6 - O barão de BUIQUE foi Francisco Alves Cavalcanti Camboim que nasceu na Província.de PE e faleceu em 1895 ou pouco depois em avançada idade, cerca de 85 anos? Casou-se com Ana de Siqueira Cavalcanti Camboim.
Foi deputado a 1 legislatura da Assembléia Provincial de Pernambuco, biênio de 1835-1837. Em 1893 foi eleito Prefeito do município do Brejo. Era comandante Superior da Guarda Nacional,fazendeiro, proprietário da fazenda do Poço,no Brejo de Madre de Deus, em PE e Oficial da Imperial Ordem da Rosa.
Francisco Alves Cavalcanti Camboim - agraciado com o título ( Dec 17.05.1871 ) de Barão de Buique. Filho do Alferes Francisco Alves da Silva e de Leonarda Bezerra Cavalcanti de Albuquerque.O Alferes era natural de Serra Verde-PE e contraiu diferentes núpcias, das quais nasceu o Cel. José Moreira Alves da Silva casado com Maria Bezerra de Andrade, pais do Barão de Caxangá e de D. Maria Libia Wanderley, esta esposa do Barão de Serinhaém. Neto materno de Ursula Jeronima Cavalcanti e o Capitão André Cavalcanti de Albuquerque. Nasceu em 1810 e faleceu em 02.02.1896, com 85 anos, no Brejo da Madre de Deus. Coronel Comandante Superior das Armas do Brejo da Madre de Deus, onde possuía a Fazenda Poço, na época muito visitada por barões, condes, viscondes e autoridades - e por isso o titular ficou conhecido popularmente como Barão do Poço. Outros o chamavam de Barão de Camboim. Oficial da Ordem Imperial da Rosa. Deputado à Assembléia Legislativa da Província de Pernambuco na 1ª legislatura (1835-1837), tendo por companheiros Francisco do Rego Barros ( Conde da Boa Vista) e Pedro Francisco de Paula Cavalcanti de Albuquerque ( Visconde de Camaragibe). Primeiro prefeito constitucional do município do Brejo da Madre de Deus, eleito em 1893. Recebeu indulgência plenária de Sua Santidade, por carta de 08.07.1870. Casou com Ana Olimpia de Siqueira Cavalcanti, Baronesa de Buíque, filha de Lourenço Bezerra de Siqueira Cavalcanti e de Ana Clara Coelho de Sequeira, tendo os filhos: Dr. Cincinato Alves Cavalcanti Camboim, Ana de Siqueira Cavalcanti Camboim, Francisco Alves Cavalcanti Camboim, André Alves Cavalcanti Camboim e Clara de Siqueira Cavalcanti Camboim.
VISCONDE DE OLINDA
7 - O visconde com grandeza e marquês de OLINDA foi Pedro de Araújo Lima que nasceu em 22 de Dezembro de 1793, no lugar denominado Antas, em PE e faleceu no RJ em 7 de Junho de 1870. Era filho do capitão Comandante de Distrito, Manuel de Araújo Lima e de Ana Teixeira Cavalcanti, naturais de PE; neto paterno do Sargento-Mór Antonio Casado Lima e materno de Pedro Teixeira Lima Cavalcanti, ambos naturais da mesma província. Casou com Luiza de Figueiredo de Araújo Lima que faleceu no RJ em 13 de Novembro de 1873 com geração. Grande vulto político do 1º e 2º Império.Doutor em Cânones em 1819, formado pela Universidade de Coimbra. Foi Regente do Império desde 18 de Setembro de 1837 até 22 de Julho de 1840. Deputado por PE às /Cortes Portuguesas (1821-1822),e e na Assembléia Constituinte de 1823 representou a sua província nas 1ª,2ª e 3ª legislaturas da Assembléia Geral de 1826 a 1837. Em 1837 foi nomeado Senador pela Província de PE, Ministro de Estado na pasta do Império do 3º Gabinete de 1823, no 7º de 1827da Justiça e interinamente dos Estrangeiros no 2º Gabinete de 1837, Presidente do Conselho dos Ministros várias vezes, exerceu ainda muitas vezes o cargo de Ministros em quase todas as pastas até 1865. Conselheiro de Estado em 1842, Diretor da Academia de Direito de Olinda; era sócio fundador do IHGB desde 1838. Grande do Império, Oficial da Imperial Ordem da Rosa,da Imperial Ordem do Cruzeiro, Grã-Cruz da imperial Ordem de Cristo da de Santo Estevão, da Hungria; da Legião de Honra, da França; da de N.S.de Guadalupe, do México; da dês.Maurício de S.Lazaro de Sardenha e da de Medjidié, da Turquia. Era Fidalgo Cavaleiro da Casa Imperial.
Pedro de Araújo Lima - agraciado com o título ( Dec 18.07.1841 ) de Visconde com honras de grandeza de Olinda; elevado ao título ( Dec 02.12.1854 ) de Marquês de Olinda. Título de origem toponímica, tomado da cidade do mesmo nome, em Pernambuco. Neto paterno de Antonio Casado de Lima, filho de Damião Casado de Lima e Ana Maria da Conceição; e de Margarida Bezerra Cavalcanti, filha de Manoel de Araújo Bezerra e Ana de Nazareth Cavalcanti. Neto materno de Pedro Teixeira de Lima Cavalcanti e de Luiza dos Prazeres Cavalcanti de Albuquerque. Casou-se no Rio de Janeiro em 05.06.1828 com Luiza Bernarda de Figueiredo, nascida em 30.05.1808, Rio de Janeiro e falecida em 13.11.1873, tb no Rio.
BARÃO DE VERA CRUZ
8 - O barão de VERA CRUZ Dr. Manuel Joaquim Carneiro da Cunha, nasceu na Província de PE em 11 de Janeiro de 1811 e faleceu nessa Província em 2 de Agosto de 1869. Era filho de Joaquim Manuel Carneiro da Cunha, capitão-Mór e de Antonia Maria de Albuquerque Lins. Casou com Antonia Cavalcanti Carneiro da Cunha. Bacharel em direito pela Faculdade de Olinda em 1835, doutorou-se em 1836. Foi deputado Provincial nas legislaturas de 1842 e 1850 a 1855, e Geral por sua Província na 5ª legislatura de 1843 a 1844, Vice-Presidente da Província de PE por duas vezes, pertencia ao partido conservador. Era Cavaleiro da imperial Ordem de Cristo(1858).
Manuel Joaquim Carneiro da Cunha - agraciado com o título ( Dec 14.03.1860) de Barão de Vera Cruz . Foi batizado em 24.02.1811 e faleceu em 03.08.1868* , em Pernambuco. Adido de 1ª classe à legação brasileira em Viena. Nomeado secretário da legação na Rússia, recusou a nomeação. Eleito deputado à Assembléia Provincial de Pernambuco ( 1849 a 1863 ), tendo sido seu Vice-Presidente. Foi Vice-Presidente da Província de Pernambuco (1857 a 1863), Senhor do Engenho Monjope, na então freguesia de Igaraçu, em Pernambuco, onde D. Pedro II e sua comitiva jantaram e pernoitaram a 05.12.1859, quando Sua Majestade se dirigia às trincheiras do Tejucupapo, "para render homenagem, no próprio sítio, ao valor da mulher pernambucana". Foi um dos sócios instaladores do Instituto Arqueológico, Histórico e Geográfico Pernambucano. A escravaria do Barão de Vera Cruz era numerosa e "mantinha uma banda de música". O Barão casou em 31.12.1855 com sua sobrinha Antonia Maria Carneiro de Albuquerque, filha do Capitão-mor João Cavalcanti de Albuquerque, senhor dos Engenhos Monjope e Tamataupe, e de D. Maria Arcanja Carneiro da Cunha, irmã do titular. Foram pais de Maria Arcanja Carneiro da Cunha, única, nascida em 24.09.1857 e falecida aos 10 anos.
BARÃO DE IPOJUCA
9 - O barão de IPOJUCA foi João do Rego Barros, natural de PE, que faleceu em Lisboa em 13 de Novembro de 1860. Era filho do Coronel Francisco do Rego Barros, Fidalgo Cavaleiro e de Maria Ana Francisca de Paula Cavalcanti de Albuquerque. Era irmão do Conde de BOA VISTA, Francisco do Rego Barros. Casou com Ignacia Militana Cavalcanti Rego de Lacerda.Tomou parte na Revolução Praiera em PE do lado da legalidade.
João do Rego Barros - agraciado com o título ( Dec 14.03.1849 ) de Barão de Ipojuca. Título de origem toponímica, tomado do município do mesmo nome , em Pernambuco. Integrante de um das principais famílias de Pernambuco, constituída de abastados senhores de engenho. Nascido cerca de 1800 em Pernambuco, deixou geração de seu casamento com Inácia Militana Rego de Lacerda, Baronesa de Ipojuca, falecida depois de 1891.
BARÃO DE MAREPI
10 - Estevão Cavalcanti de Albuquerque - Barão de Marepi foi casado com Joaquina Delfina de Sá e Albuquerque.
BARÃO DE TRACUNHARÉM
11 - João Cavalcanti Maurício ( ou de Albuquerque ) Wanderley - Obs: O Dicionário das Famílias Brasileiras o apresenta como João Cavalcanti de Albuquerque Wanderley. - agraciado com o título (Dec 22.02.1873) de Barão de Tracunhaém. Título de origem toponímica tomado de cidade de Pernambuco. Membro de antiga e importante família, de origem germânica, de abastados senhores de engenho de açúcar, estabelecida em Pernambuco, tendo por origem Kaspar Van Nieuhof Van der ley ou Kaspar Nieuhof Van der Ley, cidadão contratado pela Wea Insiche Compagnie ( Companhia Neerlandesa das Índias Ocidentais do Brasil) como capitão de cavalaria das tropas holandesas durante a invasão em Pernambuco.Casado aqui com Maria de Mello, filha de Manuel Gomes de Mello e de Adriana de Almeida. O barão é quarto-neto ou tetraneto do casal patriarca. Nasceu em 23.06.1819 e faleceu em 09.06.1891 no Engenho Cavalcanti, Nazaré-PE. Foi casado em primeiras núpcias com sua prima Paula da Silveira ( Cavalcanti) marinho, nascida em 02.03.1837 e falecida a 03.03.1856, antes portanto da concessão do título. Em segundas núpcias casou-se com sua parenta Ana Francisca de Paula de Amorim Salgado, falecida a 31.01.1866, também antes da concessão do título. Portanto, não houve Baronesa de Tracunhaém
fontes: http://www.sfreinobreza.com/ANB02.HTM (Archivo Nobiliarchico Brasileiro)